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Segunda-feira, Julho 26, 2021

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Ourém: Martim apenas andou e andou, até se perder diz PJ

O pequeno Martim, que completa em breve dois anos, desapareceu da casa dos avós em Amieira, freguesia de Urqueira, na manhã de segunda-feira, 24 de outubro, e só apareceu 25 horas depois. A PJ está a fechar a investigação e afirmou ao jornal Expresso que a conclusão tem vindo a ser de que a criança “apenas saiu do seu raio de ação e perdeu-se”.

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A notícia foi avançada este sábado, 29 de outubro, por aquele jornal, que cita como fonte investigadores do caso Martim. A criança foi encontrada em “pré-hipotermia” e detetaram-se “pequenos hematomas” normais para uma criança perdida numa região com pedras e arbustos. Terá sido o facto de ser uma criança “habituada a andar no campo”, e em particular na área circundante à casa dos avós, que permitiu que Martim sobrevivesse durante 25 horas, sem o apoio de ninguém, escreve o jornal.

A PJ está assim a afastar a possibilidade de prática criminosa, nomeadamente a hipótese do menino ter sido raptado a pedido do pai, que perdera a custódia na sexta-feira anterior. O progenitor, no entanto, já estará a avançar com um pedido de recuperação de custódia, alegando negligência da mãe devido a esta situação.

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Martim foi encontrado por três militares da GNR pelas 10 horas de dia 25 de outubro, terça-feira, a cerca de 1,5 quilómetros de casa dos avós. No dia anterior, pelas 9 horas, a avó afastara-se por breves minutos, enquanto a criança brincava junto à casa, numa rua sem saída, quando se deu o desaparecimento. As autoridades foram logo acionadas, o pai (em França) e avós paternos (em Guimarães) contactados, mas Martim só apareceu na manhã seguinte.

 

 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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