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Segunda-feira, Julho 26, 2021

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Trincanela

Ourém | Maria João Avillez sobre Fátima: “Não há outro silêncio igual no mundo”

A visita apostólica do Papa Bento XVI a Fátima serviu para um “recentramento” do lugar de Deus na sua vida e trazer um novo folgor à sua fé, assume Maria João Avillez. “Foi uma enorme chamada de atenção, um reacordar para alguma instalação que a vida, a correria, o ser jornalista, doméstica, mãe de família, avó” lhe trouxeram.

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“Deus ficava não sei em que lado ou prateleira e agora houve um recuperar de forças em Fátima”, explica.

Crente, católica, na sua vida “tenta” viver a mensagem de Fátima que “mantém-se atual” no apelo à conversão, à penitência, à oração, ao sacrifício, pensar nos outros, ser humilde”.

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Fá-lo rezando “bocados do terço no trânsito e no metropolitano, procuro parar e refletir mesmo não parando mesmo”. É a Fátima onde tem a sensação de “tocar o sagrado” que vem “buscar força e luz”.

Aqui, porque “não há outro silêncio igual no mundo que patrocina, provoca e proporcione a maior das intimidades, o diálogo com Deus e com o sagrado enquanto aqui estamos”. A sua ligação a Fátima é reforçada pelo facto de Maria João Avillez ser mãe de uma religiosa de clausura, da Congregação das Carmelitas Descalças (a mesma da irmã Lúcia) que se encontra no Carmelo de Fátima.

“Não por acaso”, realça a progenitora apontando para um desígnio divino. É uma “bênção”, mas ainda assim “custa-nos diariamente” o facto de conviver com “uma filha que está viva, mas não está no mundo nem está com a família dela”. O que redime “a dor da sua ausência é a inacreditável alegria de dentro, genuína, interior e exterior dela que é um mistério tão grande como o de Fátima”, remata Maria João Avillez.

Debate. Foto:Mediotejo.net

Pensar Fátima
“Fátima é Portugal ”, afirmou Helena Matos, jornalista, assumida não católica, num serão cultural promovido pelo Santuário para “Pensar Fátima”, a 22 de junho, integrado num congresso internacional com o mesmo tema.

A autora do documentário “Fátima povo que reza” defende que “um dos melhores símbolos para mostrar Portugal é a procissão do Adeus”.

No debate para “Pensar Fátima” que reuniu ainda o eurodeputado Paulo Rangel, este considerou que “Fátima é um acontecimento cristológico” e “é isso que explica que a mensagem resiste e se impõe”. O advogado e político português assinalou ainda que a canonização de Francisco e Jacinta Marto é um testemunho de que “não é apenas ser tocado pela experiência divina, é saber viver com isso”.

Depois da canonização, do centenário, Fátima é uma história acabada? O “mar de luz” que impressionou Bento XVI, o mesmo “manto de luz” que tocou Francisco, reconduz, segundo o bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, a D. José Alves Correia da Silva, em 1930, então bispo de Leiria, para a resposta: “Qual é o santuário que atrai tantos como o Santuário de Fátima?”.

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