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Quarta-feira, Setembro 22, 2021

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Ourém | Jovens apresentam ideias na Assembleia Municipal para melhorar o ambiente

Na sessão da Assembleia Municipal de Ourém (AMO) do dia 30, o presidente deste órgão deliberativo deu a conhecer aos eleitos as propostas apresentadas por 60 alunos da Escola Básica e Secundária de Ourém com vista à despoluição da Ribeira de Seiça, trabalho efetuado no âmbito do projeto de autonomia e flexibilidade curricular.

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Dias antes, a 27 de setembro, dia em que Portugal se mobilizou pelo clima, os estudantes deslocaram-se às instalações da Assembleia Municipal onde deram a conhecer a João Moura as suas reivindicações para melhorar o ambiente no concelho, mais concretamente na Ribeira de Seiça, na zona junto ao Parque da Cidade António Teixeira.

Além de relatarem o ponto de situação sobre os níveis de poluição na Ribeira de Seiça, o trabalho destes alunos das turmas do 9º D e 9ºE, contemplou várias ações, tais como inquéritos às pessoas que vendem ou frequentam o Mercado Municipal Manuel Prazeres Durão, limpeza da Ribeira, recolha de amostras de resíduos e posterior análise laboratorial dos mesmos.

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Uma das conclusões retiradas do trabalho elaborado pelos jovens foi que a Ribeira de Seiça, na zona junto ao Mercado, se encontra “extremamente poluída”, e que “contém elevadas quantidades de microplásticos”.

Os resultados apresentados surpreenderam o presidente da AMO, João Moura, que, além de agradecer o “extraordinário trabalho realizado pelos alunos”, referiu que este é um tema que lhe é muito próximo, uma vez que foi vereador do pelouro do ambiente na Câmara Municipal de Ourém, reconhecendo “muitos dos problemas aqui denunciados”.

Para diminuir os níveis de poluição naquela zona os jovens propõem que se proíba o uso de sacos de plástico no Mercado, sendo substituídos por outros materiais, que se desenvolvam ações de sensibilização ambiental e sejam colocados ecopontos em vários locais do mercado.

Outras soluções passam por aumentar a fiscalização da limpeza após o mercado e compensar monetariamente as pessoas que mantêm o seu espaço limpo e reciclam o seu lixo.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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