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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Ourém | Idoso desaparecido há quatro meses encontrado sem vida em ribeira

O corpo de Manuel Oliveira, de 83 anos, que estava desaparecido desde a madrugada do dia 21 de março, foi encontrado na segunda-feira, em elevado estado de decomposição, na Ribeira do Alvorão, em Chancelaria, perto de Bairro, Ourém, onde o idoso vivia.

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A ribeira onde o cadáver foi encontrado por dois jovens, situa-se na freguesia de Chancelaria, concelho de Torres Novas, perto da fronteira com o município de Ourém. “Estava irreconhecível, depois destes quatro meses, e foram dois rapazes que ali andavam que alertaram as autoridades. Estava dentro de água, enrolado nuns ramos, e foi identificado pela polícia porque trazia consigo o bilhete de identidade e umas fotografias”, contou ao mediotejo.net a sua filha, Anabela Mecha.

“Foi a PSP de Torres Novas quem me ligou, ontem à noite, cerca das 22:00, a informar que o corpo do meu pai havia sido encontrado”, observou, tendo acrescentado que o cadáver foi transportado para a morgue de Tomar, onde foi autopsiado.

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O funeral realiza-se esta quarta-feira, às 18:00, em Bairro, Ourém.

Manuel Vieira de Oliveira, 83 anos, residente em Bairro, estava desaparecido desde o dia 21 de março, tendo sido visto pela última vez no hospital de Abrantes às 00:10 de quarta-feira, após ter tido alta no âmbito de uma consulta de urgência.

Segundo disse na ocasião a sua filha, Anabela Mecha, ao jornal mediotejo.net, foi Manuel Oliveira “quem quis sair do hospital de Abrantes aquela hora”, tendo “aproveitado uma boleia de umas freiras” do Entroncamento.

“Elas levaram-no até à Canchelaria, porque ele disse que vivia ali, e ali ficou, cerca das 01:30/02:00. Mas ele deve ter-se enganado porque era de noite, e da Chancelaria até ao Bairro ainda são quatro a cinco quilómetros. E depois deve ter-se desnorteado e perdeu-se algures por ali”, contou.

Viria a ser encontrado numa ribeira em Chancelaria, casualmente, por dois jovens, esta segunda-feira, com o corpo em adiantado estado de decomposição, sendo identificado por documentos que trazia consigo.

À família enlutada o mediotejo.net endereça as mais sentidas condolências.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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