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Domingo, Maio 16, 2021

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Ourém | Deolinda Simões despede-se, Sérgio Ribeiro promete participar no público

A Assembleia Municipal de Ourém perdeu com as últimas autárquicas duas das suas figuras mais características: Deolinda Simões, autarca há cerca de 30 anos e presidente da mesa da assembleia nos últimos quatro mandatos; Sérgio Ribeiro, autarca ouriense há mais tempo no ativo, pela CDU, que não conseguiu eleger nenhum deputado. Na tomada de posse dos órgãos municipais, segunda-feira, dia 23, ambos se dirigiram aos novos eleitos. Ela despedindo-se, ele prometendo continuar a atividade política a partir do público.

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Foi com a voz embargada e tentado conter a emoção que Deolinda Simões se dirigiu ao público que assistiu à tomada de posse dos órgãos locais no Cine-teatro Municipal. “40 anos é muito tempo”, frisou, lembrando o seu tempo de jovem professora em que chegou ao concelho de Ourém para dar aulas e se envolveu na política local. “É difícil não sentir saudades. É o fim de uma etapa em que tive muita gente ao meu lado”, constatou, com bons e maus momentos, tendo trabalhado com seis presidentes de Câmara. “Acho que fiz qualquer coisa”.

A autarca sublinharia a importância do consenso político, salientando que sempre procurou ajudar a resolver os problemas. No seu discurso lembraria presidentes de junta, associações, forças de segurança, Santuário de Fátima e comunicação social. Terminaria apelando ao novo presidente da Câmara, Luís Albuquerque, para que não se esqueça das necessidades da secção feminina dos Bombeiros de Freixianda. “Vou andar por aí”, concluiu.

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Pedindo para intervir, Sérgio Ribeiro, único eleito da CDU durante cerca de 20 anos na assembleia municipal, sem representação neste mandato, subiu ao palco e prometeu que vai continuar a participar nas assembleias, ainda que na parte do público. Em nome da democracia, frisaria.

 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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