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Terça-feira, Setembro 28, 2021

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Ourém: David Rosa sagra-se campeão nacional de ‘cross coutry’ olímpico (XCO)

O ciclista David Rosa (Tropix), de Fátima, Ourém, sagrou-se hoje campeão nacional de Cross Coutry Olímpico (XCO), no Jamor, impondo-se a Tiago Ferreira (Team Protek), num ‘duelo’ entre os dois representantes portugueses na disciplina no Rio2016, evento que se realiza no Brasil de 5 a 21 de agosto.

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David Rosa confirmou o favoritismo, apesar de não ter entrado bem na corrida, devido a uma queda no início, e foi o mais forte. Joana Monteiro (ASC/Focus Team/Vila do Conde) revalidou o título feminino.

À segunda das sete voltas do percurso na nova pista do Jamor, David Rosa assumiu o comando da corrida e na volta seguinte isolou-se e, até ao final, foi somando vantagem sobre os demais participante.

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Tiago Ferreira foi quem mais luta deu, mostrando que a transição da preparação do XCM (maratonas) para o XCO está a dar resultado, e terminou a dois minutos e quarenta segundos do vencedor.

Mário Costa (ASC/Focus Team/Vila do Conde) começou na frente, mas teve problemas mecânicos que o atrasaram. Mesmo assim, Costa recuperou para acabar no terceiro posto, a três minutos e 55 segundos de David Rosa.

Na sua página pessoal, David Rosa conta que é desde cedo praticante de várias modalidades desportivas:

“É de pedalar que gosto pela liberdade que me proporciona. Enveredei mais tarde pela alta-competição de BTT e apesar do sacrifício é algo que me sinto bem a fazer. Apesar da competição continuei os estudos na Faculdade de Motricidade Humana onde me licenciei e terminei o mestrado em Educação Física. Leccionei durante 2 anos no ensino básico e em 2012 dediquei-me de corpo e alma à competição, treinando todos os dias para atingir resultados de relevo que possam orgulhar o meu país.

c/Lusa

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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