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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Ourém | Comissão de Educação da AR está a discutir abertura de mais vagas nos colégios de Fátima

A petição com 6620 assinaturas pelo aumento de vagas nos três colégios com contratos de associação com o Estado de Fátima foi discutida esta quarta-feira, 12 de dezembro, na Comissão de Educação da Assembleia da República (AR). Os pais que integram o movimento cívico “Fátima Escola para Todos” estão expectantes e, segundo o PSD, a maioria dos partidos, com exceção do PS, está disponível para discutir a questão.

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“O Movimento tinha a esperança na reversão de turmas atribuídas ainda neste ano lectivo nesse sentido foram reunidas 6620 assinaturas em 15 dias, tendo a petição sido entregue em 25 de Setembro”, recorda o porta-voz do movimento, Nuno Prazeres, em nota de imprensa. “Esperamos que os nossos representantes em plenário consigam a garantia da estabilidade dos nossos filhos a longo prazo e não apenas numa lógica anual”.

Segundo Nuno Prazeres, foi entregue “um documento suporte e fundamentado com o intuito de alertar e garantir” que o ano letivo 2019/20 possa começar com o número de “turmas suficientes para receber todas as crianças filhos de pais residentes ou que trabalhem em Fátima no 2º,3º ciclo e secundário”.

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Procura-se “garantir também que as localidades vizinhas que não tenham estes graus de ensino, possam inscrever os seus filhos nas escolas em Fátima, pois uma criança que viva a várias centenas de metros não pode frequentar a escola, tendo de deslocar-se por vezes mais de 20 KM”, refere.

Na sequência desta reunião, os deputados do PSD já se manifestaram sobre a mesma. Segundo referem em comunicado de imprensa, “no debate em Comissão, o deputado do PSD Duarte Marques, relator desta Comissão para o tema, lembrou que «alunos de fora do concelho passam à frente de alunos residentes em Fátima que foram excluídos». Por outro lado, o mesmo Estado «seja a Segurança Social ou os Tribunais enviam regulamente crianças para serem institucionalizadas em IPSS ‘s de Fátima mas que depois não têm vaga na escola de acesso público e gratuito» (…) «Há neste momento instituições a pagar propina para estudantes institucionalizados possam estudar»”.

Duarte Marques terá lembrado ainda que neste processo “governo foi pouco sério e pouco transparente” já que “com o despacho normativo que agradou a todas as partes criaram-se expectativas e reduziu-se a discórdia e a contestação, mas depois o número de vagas disponibilizadas não corresponde ao número de crianças que preenchiam este critério. Hoje percebemos que foi um ultraje do Governo aos pais destas crianças”.

O PSD conclui que “no debate que teve lugar na Comissão de Educação, praticamente todos os partidos, à excepção do Partido Socialista, reconheceram o erro, e todos concordaram na necessidade de corrigir a situação no próximo ano lectivo. Em breve será agendada a discussão para plenária”.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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