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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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Ourém | CinANTROP, sete datas para conhecer o mundo através do cinema

O CinANTROP – Festival Internacional de Cinema Documental e Etnográfico mostra o património material e imaterial do mundo em sete datas, entre os dias 3 e 11 de junho. A quinta edição realiza-se no Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador com um programa composto por exibições de documentários, uma sessão de filmes de competição nacional do Prémio António Campos e a presença do realizador brasileiro Dewis Caldas.

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A sessão de abertura decorreu às 15h00 deste sábado com a exibição da série de documentários “Olhar Macau”, sobre o Património Material e Imaterial de Macau. Este domingo, à mesma hora, a tela de cinema partilha “Os Resistentes – Retratos de Macau”, com realização de António Faria e música da Orquestra Chinesa de Macau, que reflete a necessidade de Macau em encontrar uma identidade própria.

As sessões da semana começam na terça-feira, também às 15h00, com o filme “Time Travel/Viagem no Tempo”, de António Caetano Faria e Carolina Neves Rodrigues, que apresenta Wong Kei e a cultura ligada às redes da pesca. No dia seguinte, o realizador brasileiro Dewis Caldas passa pela Casa do Administrador para apresentar e conversar sobre alguns dos seus documentários, a partir das 21h00.

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Quinta-feira é dia dedicado aos filmes em competição nacional no Prémio António Campos, cuja sessão tem início às 21h00, e a semana fecha com “Mar de Sines”, de Diogo Vilhena. A sessão tem início às 15h00 de sexta-feira e apresenta o projeto de cinema comunitário que reúne testemunhos de três gerações de pescadores portugueses.

O programa fecha no domingo, dia 11, da mesma forma como começou, com nova exibição da série de documentários “Olhar Macau” às 15h00.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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