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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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Ourém | Ciclista que percorre EN2 em solidariedade com bombeiros chegou a Sardoal

Henrique Mendes, natural de Fátima, Ourém, volta este ano a desafiar-se para um longo percurso de bicicleta percorrendo toda a EN2 em ação solidária a favor dos bombeiros de Fátima. Desta vez, a aventura do ciclista começou em Chaves no dia 23, chegou hoje ao Sardoal, no Médio Tejo, e terminará no sábado o percurso de 738 km em Faro.

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“Tem sido uma viagem fantástica e com paisagens deslumbrantes. Não me sinto cansado, tenho mantido o meu ritmo, e está tudo a correr muito bem, apesar da chuva”, disse Henrique Mendes ao mediotejo.net à chegada ao Sardoal, e depois de chegar ao centro de Portugal, assinalado pelo marco geodésico de Vila de Rei.

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“Senti as maiores dificuldades ontem em Lamego, devido ao piso em calçada, e subir hoje a serra da Lousã. É a primeira vez que estou a percorrer a EN2 e aconselho a toda a gente que goste de viajar, de desporto, ou de um pouco de aventura. As paisagens em Vila Nova de Poiares, por exemplo, eram deslumbrantes, numa estrada aos esses, sempre à volta da montanha e com vistas magníficas. Cheguei ao Sardoal bem, e amanhã sigo direto a Montemor-o-Novo”, contou.

A preparação para esta terceira edição principiou em janeiro, com testes físicos e treinos para ganhar preparação física, e, durante a aventura, Henrique Mendes conta com a colaboração de um amigo de infância, Carlos Maurício. Henrique Mendes faz o percurso sobre duas rodas e Carlos Maurício acompanhá-lo-á durante toda a viagem, no carro de apoio.

Este ano os jovens acrescentam ao agradável da aventura um novo elemento: a solidariedade.

“Como já havíamos garantido os apoios técnicos e logísticos, transformámos o evento numa ocasião de solidariedade e sensibilização, de apoio aos Bombeiros de Fátima”, disse Henrique Mendes. “Lembrei-me dele devido aos fogos. Todo o apoio que eles possam receber através desta iniciativa eu sei que será bem vinda, seja para aquisição de material, de mangueiras ou outros equipamentos”.

Assim o dinheiro obtido reverterá imediatamente para a corporação, através dos mealheiros espalhados por Fátima ou para uma conta solidária. Todas as pessoas que pretendam apoiar a iniciativa, devem fazê-lo diretamente na conta oficial solidária dos Bombeiros Voluntários de Fátima: PT50.0079.0000.4105.5629.1012.8.

“Temos recebido muitas manifestações de solidariedade, esta é mais uma delas, que muito nos sensibiliza. Além do apoio que pretendem conseguir-nos, levarão com eles o nome de Fátima e dos Bombeiros de Fátima e isso também é muito significativo”, refere Alberto Caveiro, presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros de Fátima, citado em nota de imprensa da organização.

A aventura teve início na manhã de quarta-feira, 23 de maio, em Chaves, para um primeiro percurso rumo a Castro Daire, numa distância de 126 quilómetros, e de tarde, para mais 73 quilómetros até Santa Comba Dão. Hoje, dia 24, Henrique Mendes pedalou um total de 148 quilómetros de Santa Comba Dão ao Sardoal, com uma paragem em Pedrogão Grande ao final da manhã.

Amanhã, dia 25, o rumo é em direção a Montemor-o-Novo e, ao final do dia, a Ferreira do Alentejo. Será o maior percurso, de 201 quilómetros. No dia 26 serão cumpridos 143 quilómetros e a meta final, no sentido São Brás de Alportel-Faro, conforme combinado com alguns amigos que darão apoio na chegada à cidade.

Nos quatro dias sobre rodas o percurso total somará 738.5 quilómetros. “Até me estou a arrepiar só de imaginar a chegada a Faro. Isto é espetacular”.

Início da 4 Etapa.Pedrógão Grande a Sardoal….Devido à intempérie, penso que o directo anterior falhou devido à rede….Obrigado por acompanharem 😍

Publicado por Aventura em Bicicleta em Quinta-feira, 24 de Maio de 2018

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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