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Ourém | Centro Social constrói unidade de cuidados continuados em Ribeira do Fárrio

O Centro Social da Ribeira do Fárrio, no concelho de Ourém, está a construir uma unidade de cuidados continuados (UCC), investimento total expectável de 1,9 milhões de euros que vai ter 32 camas. À agência Lusa, o presidente desta instituição particular de solidariedade social (IPSS), Filipe Janeiro, afirmou que este investimento resultou da sua experiência como responsável do centro social de que “nenhum lar tem condições para instalações dignas para os últimos dias de vida das pessoas”.

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A primeira fase de construção da unidade de cuidados continuados, lançada em 2018 e adjudicada por 699.648,72 euros, está concluída e contemplou, entre outros, a estrutura de betão, a execução de alvenarias e o reboco exterior.

Já a segunda fase, que inclui a execução das diversas infraestruturas, acabamentos, equipamentos e arranjos exteriores, só começará quando houver financiamento.

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Filipe Janeiro adiantou que o desejo é terminar a obra este ano, desde que haja da parte do Estado uma ajuda.

“A Câmara de Ourém apoiou a primeira fase em cerca de 400 mil euros e a instituição, com capitais próprios, suportou o resto”, referiu.

Segundo o dirigente, a unidade de cuidados continuados, que está em construção em frente ao lar, pode vir a dar emprego a cerca de 40 pessoas.

Entre as propostas na consulta pública do Plano de Recuperação e Resiliência que o presidente da Câmara de Ourém, Luís Albuquerque, apresentou, está a possibilidade de ser considerada uma verba para esta unidade a instalar na União das freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais.

O Centro Social da Ribeira do Fárrio começou a atividade em 1992, “com a expectativa de suprimir a necessidade de construir uma estrutura de apoio aos idosos da região que se encontravam sós e afastados das suas famílias devido à forte tendência de emigração das gerações mais novas”, lê-se numa informação enviada à Lusa.

Atualmente, esta IPSS tem diversos acordos com o Centro Distrital de Segurança Social, designadamente um centro de convívio, com 25 utentes, serviço de apoio domiciliário (20), centro de dia (13) e lar (com 49 utentes, mas com capacidade para 62).

Dispõe ainda de um centro de acolhimento temporário para crianças em risco para 15 menores.

Agência de Notícias de Portugal

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1 COMENTÁRIO

  1. Só neste país é que uma pessoa que levou uma empresa à falência e deixou dívidas em todo o lado pode ser presidente de uma instituição financiada pelo Estado.

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