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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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Ourém | Camiões das pedreiras de Fátima continuam a atravessar aldeias

Dois populares das aldeias próximas às pedreiras de Fátima foram novamente à reunião de Câmara de Ourém queixar-se das prevaricações das mesmas, nomeadamente o facto dos camiões continuarem a passar pelo interior das aldeias. Do executivo PSD-CDS ficou, mais uma vez, a promessa que o assunto será resolvido.

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A presença dos populares sucede a de 5 de julho, quando cerca de uma dezena de moradores da aldeia de Casal Farto foi à reunião pública queixar-se de um conjunto de alegados abusos, protagonizados, ao que tudo indica, pelas pedreiras que receberam declarações de interesse público. Na altura foi referido que os camiões seriam interditos de passar pelo interior da localidade.

Na sessão de segunda-feira, porém, foi dado conta que a situação se mantinha inalterada. 

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Em declarações posteriores à comunicação social, o presidente Luís Albuquerque (PSD-CDS) explicou que já foram colocados alguns sinais de alteração de trânsito para pesados no local, mas o município não tinha todos os necessários em stock para redefinir a totalidade da circulação. “Os camiões já estão interditos em certos locais”, frisou, mas será agora necessário aguardar por nova contratualização de sinalização. 

Luís Albuquerque disse também que o seu executivo tem procurado dar respostas a estas populações, lembrando que foi já no seu mandato que se restringiram os horários das pedreiras, de modo a não trabalharam entre sábado à tarde e domingo e durante a noite. A área de ampliação que recebeu declarações de interesse público, continuou, é também muito inferior à que estava inicialmente prevista quando chegou à Câmara em 2017. 

O novo Plano Diretor Municipal (aprovado em 2020), reiterou, vai permitir que as Câmaras Municipais passem a ter uma palavra inicial a dizer sobre estes processos de ampliação, incluindo consulta pública, antes que estes passem para instâncias superiores. Prevê-se assim que no futuro se possam evitar situações como as que atualmente afetam a vida das populações. 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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