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Quinta-feira, Dezembro 9, 2021
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Ourém | Câmara Municipal regulariza 11 chefias que estavam há uma década em regime transitório

A Câmara Municipal de Ourém deu por concluído o processo de recrutamento do concurso dos cargos de dirigentes para as unidades orgânicas flexíveis. Na prática, o executivo municipal regularizou 11 situações de chefias internas que se encontravam há muito numa posição irregular, uma situação que o presidente, Luís Albuquerque (PSD-CDS), tinha prometido resolver no seu mandato.

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A informação foi comunicada na reunião camarária de segunda-feira, 3 de maio, numa declaração política lida por Luís Albuquerque. Segundo ele, estava previsto para dia 4 a homologação do nome de “11 chefias municipais, em virtude da conclusão do processo de recrutamento do respetivo concurso de dirigentes do Município de Ourém”.

A regularização das 11 chefias do município, através de concursos para cargos dirigentes, era um dos objetivos eleitorais de Luís Albuquerque. Desde 2009, frisou o presidente, que não havia concursos, “estando os dirigentes, desde aí, numa situação de nomeação em regime transitório, o que, segundo a lei, não poderia exceder os 90 dias, salvo se já estiver a decorrer o respetivo concurso”.

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“Se no passado estes inícios de procedimento para os concursos de dirigentes não passavam de formalidades para, obviamente, apenas validar as nomeações em regime transitório, hoje com esta informação fica bem demonstrado que tudo o que dissemos sobre o assunto “não é para inglês ver”.

O que significa que estamos empenhados em levar por diante a realização e concretização destes concursos, trazendo a devida tranquilidade e estabilidade para o desempenho das funções para o período de duração dessa ocupação, recorde-se, três anos sem possibilidade de haver substituição”, referiu, recordando uma declaração já proferida em abril de 2020.

Segundo explicou Luís Albuquerque à comunicação social, na prática os concursos reconduziram os atuais dirigentes. O Departamento de Ação Cultural estava sem chefia e passa a ter, referiu, preferindo não adiantar o nome do vencedor do concurso.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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