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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Ourém | Câmara aprova dissolução de empresa de construção e gestão de parques de negócios

A Câmara de Ourém aprovou a dissolução e liquidação da empresa Fatiparques, da qual era acionista e que visava a construção, gestão e exploração de parques de negócios.

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Numa informação enviada à agência Lusa, a autarquia adianta que na reunião do executivo municipal de segunda-feira “foi aprovada por unanimidade a dissolução e liquidação da empresa Fatiparques”.

A empresa, matriculada na conservatória em maio de 2005, tinha um capital social de 610.195 euros, “dividido por ações nominativas, no valor nominal de 5 euros”.

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O seu objeto social consistia “na construção, gestão e exploração de Parques de Negócios, nomeadamente do Parque de Negócios de Ourém/Fátima”, e sobretudo assegurar a respetiva instalação, a construção e o funcionamento regular das infraestruturas e dos serviços comuns às empresas instaladas.

Por outro lado, tinha ainda como atribuições “fiscalizar a instalação e a atividade exercida pelas empresas instaladas” e “assegurar a cedência ou a alienação dos terrenos ou dos edifícios destinados à instalação de empresas”.

Podia também participar em sociedades com objeto diferente, em sociedades reguladas por lei especial, em agrupamentos complementares de empresas e em agrupamentos europeus de interesse económico.

À agência Lusa, o presidente da Câmara de Ourém, Luís Albuquerque, disse hoje que “esta sociedade anónima visava dinamizar um parque de negócios, junto à Autoestrada 1, em Fátima, em terrenos privados que seriam depois adquiridos pela empresa”.

“O que a empresa fez foram estudos e projetos para dinamizar o tal parque de negócios, que não se concretizou, daí se ter avançado para a liquidação da empresa”, explicou Luís Albuquerque.

O autarca adiantou que esta “era uma situação que o município tinha para resolver há muitos anos” e reconheceu ter havido “dificuldades em que todos os acionistas estivessem de acordo”.

Na mesma informação, a autarquia acrescentou que em março de 2020 a assembleia geral da sociedade “deliberou proceder à venda dos terrenos e, posteriormente, proceder à dissolução/encerramento” da sua atividade, tendo os terrenos sido alienados por escritura no mês seguinte.

“Com o valor da venda procedeu-se ao pagamento de dívidas a fornecedores e suprimentos aos acionistas”, referiu, esclarecendo que “o valor remanescente foi distribuído proporcionalmente pelos acionistas”.

A Câmara acrescentou que a Fatiparques foi encerrada em agosto.

Notícia relacionada:

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Agência de Notícias de Portugal

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