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Segunda-feira, Setembro 20, 2021

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Ourém | As fotografias de Augusto Brázio que revelam “símbolos da resistência” do comércio tradicional

A exposição de fotografia “Retratos da Minha Terra – Olhar o Centro”, por Augusto Brázio, foi inaugurada na quinta-feira, 8 de julho, em frente ao edifício-sede do município de Ourém, e vai ser possível vê-la nas montras de lojas do centro histórico da cidade até 30 de agosto.

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Esta é uma iniciativa da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, inserida no projeto “Caminhos das Pessoas”. Trata-se de uma mostra itinerante pela cidade de Ourém e a inauguração contou com um percurso pelas diferentes lojas oureenses onde o público poderá apreciar os trabalhos de Augusto Brázio.

É um conjunto de 20 fotografias de 20 lojistas que, segundo o fotógrafo, se tornam “símbolo de resistência”, numa era em que “a uniformização dos padrões de consumo nos uniformiza”.

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Estes são 20 retratos “entre muitos outros que nos dizem que é preciso ‘Olhar o Centro’, humanizar o Centro e promover o comércio de proximidade”, pode ler-se na sinopse da exposição.

Augusto Brázio nasceu em Brinches, no concelho de Serpa, em 1964. Estudou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e iniciou o seu percurso como fotógrafo profissional na imprensa, nos anos 1990, tendo-se afirmado como um dos melhores retratistas nacionais. Nos últimos anos tem-se dedicado a projetos pessoais, interessando-se pelas questões de imigração, pertença e ocupação do território.

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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