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Sábado, Julho 31, 2021

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Operadores turísticos regressam a Fátima para IV Workshop de Turismo Religioso

Cerca de 100 hosted buyers e 120 suppliers vão encontrar-se em Fátima a 26 de fevereiro para mais uma edição do Workshop de Turismo Religioso. A iniciativa deste ano inscreve-se dentro do programa do contributo da sociedade civil para o Centenário das Aparições e quer trazer à discussão o perfil do turista deste setor para o século XXI.

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Segundo Alexandre Marto Pereira, da ACISO – Associação Empresarial Ourém Fátima, trata-se de um “evento de trade”, que a instituição pretende que se torne a “referência internacional para o trade, no contexto do turismo religioso”. No programa prévio deste ano estão previstos dois debates: um sobre “Fátima 2017: Comemoração do Centenário das Aparições” e outro sobre “Turismo Religioso: o perfil do turista do século XXI”.

O Santuário de Fátima está convidado a intervir sobre os temas. “Os cem anos remetem para o passado, mas pretendemos olhar para o futuro. Compreendemos que existe uma alteração do perfil do novo peregrino: novas motivações, novas geografias, novas abordagens. Estamos a preparar um painel internacional que pretenda debater o assunto”, salienta Alexandre Marto Pereira.

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A organização estima que o evento consiga atrair cerca de uma centena de pessoas (recorde-se que em 2015 estiveram representadas várias companhias aéreas). “Fátima é já um dos primeiros destinos de Portugal. É o maior e mais internacional de todos os destinos da região Centro”, lembra o responsável.

No entanto, os cerca de 5 milhões de visitantes que passam por Fátima anualmente não se refletem no número de dormidas, que rondam as 600 mil. Alexandre Marto Pereira fala em criar “massa crítica” em Fátima, de forma a que se consiga atrair o turista a passar mais tempo na cidade que a tradicional dormida de 12 para 13.

“Nesse sentido, na edição de 2015 já integrámos visitas na região mais próxima (o jantar de encerramento foi aliás em Tomar, apoiado pelo município). E a colaboração com a ARPT potencia isso”, defendeu.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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