Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -
Sábado, Maio 8, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Observatório Nacional para a Defesa dos Animais sensibiliza para a colocação de microchip

O Observatório Nacional para a Defesa dos Animais e Interesses Difusos (ONDAID), com o apoio de várias autarquias a nível nacional, entre as quais os Municípios de Tomar e de Vila de Rei, lançou a campanha ‘Dava tudo para o ter de volta?’, que sensibiliza para a colocação de microchip nos animais de estimação, para que seja possível identificá-los no caso de desaparecimento. “A probabilidade de recuperar um animal perdido é maior caso ele se encontre microchipado”, refere o ONDAID.

- Publicidade -

Segundo o ONDAID surge diariamente casos de cães e gatos perdidos e que dificilmente se conseguem recuperar, uns porque fogem de suas casas, que se afastam dos seus tutores, acabando-se por se perderem. Outros são furtados e, quando encontrados na posse de terceiros, dificilmente os legítimos tutores conseguem fazer prova de que se trata efetivamente do seu animal de estimação.

Neste contexto, o Observatório Nacional para a Defesa dos Animais, lança a campanha ‘Dava tudo para o ter de volta?’, que tem o objetivo de proteger o bem-estar dos animais de companhia através da sensibilização dos detentores de cães e gatos para o cumprimento do dever de guarda e vigilância que a legislação impõe.

- Publicidade -

Recorde-se que a colocação de microchip em animais que circulem na via ou locais públicos é obrigatória, devendo incluir a devida identificação do seu tutor, com nome, morada e telefone.

O Observatório alerta que “a maioria dos casos de não recuperação de animais de companhia estão associados à falta de coleira com identificação, a passeios sem trela, a acesso ao exterior desacompanhados do tutor”, acrescentando que, por outro lado, “a probabilidade de recuperar um animal perdido é maior caso ele se encontre microchipado”.

Muitos dos animais, nomeadamente cães, acabam por ser recolhidos por associações e canis, ali ficando o resto das suas vidas por nunca serem reclamados ou encontrados pelos tutores, não havendo prova de identificação pela ausência de microchip. Foto: mediotejo.net

Com este procedimento poderá estar a salvaguardar-se o bem-estar do animal e o cumprimento dos procedimentos legais, uma vez que se impedem uma série de acontecimentos que poderão colocar em causa a própria vida do cão ou do gato.

“A realidade é que dos inúmeros animais que se perdem diariamente nem todos são recuperados, sendo diverso o seu destino: uns morrem atropelados ou envenenados, outros terminam nas ruas em matilhas ou colónias, outros acabam em abrigos de associações ou em Centros de Recolha Oficiais, muitos dos quais, o resto das suas vidas”, pode ler-se na informação do Observatório.

Com esta campanha de sensibilização e alerta, pretende-se contribuir para “a proteção do bem-estar dos animais face aos riscos que correm em caso de perda; evitar sobrelotação de Centros de Recolha Oficial (CRO) e abrigos privados permitindo a devolução de animais perdidos aos seus detentores; evitar ninhadas indesejáveis decorrentes de encontro de animais silvestres e animais com detentor por esterilizar, que acabam por determinar o abandono e/ou a formação de matilhas e de colónias; prevenir possíveis ataques de canídeos a pessoas e animais”.

Em Portugal existe o SIAC (Sistema de Informação de Animais de Companhia) uma plataforma de acesso quer pelos médicos veterinários, quer pelos tutores de animais de companhia, e que permite aceder ao registo dos animais, reportar um animal perdido com indicação do número de registo do microchip ou dar contra de animal encontrado também pela mesma via.

O microchip, por norma colocado na zona da nuca dos cães e gatos, é lido através de um aparelho/leitor que à sua passagem reconhece o transponder/chip dando 15 dígitos que correspondem ao registo do animal. Por norma clínicas veterinárias, médicos veterinários, Centros de Recolha oficial, canis e abrigos e outras associações de proteção e apoio a animais dispõem de aparelhos para efetuar essa leitura.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

- Publicidade -
- Publicidade -

COMENTÁRIOS

Please enter your comment!
O seu nome