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Domingo, Junho 13, 2021

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Obituário | Carlos Santos Pereira, o repórter que nos explicou os Balcãs (1950-2021)

O jornalista Carlos Santos Pereira, especialista em política internacional e que viveu como repórter as grandes transformações na Europa de Leste, morreu este domingo aos 70 anos, na sequência de um cancro, na sua casa, em Ourém.

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Carlos Santos Pereira assinou grandes reportagens internacionais no Expresso, no Público, no Diário de Notícias e na RTP, sobretudo nas décadas de 80 e 90, acompanhando as revoluções na Europa de Leste e reportando toda a guerra nos Balcãs. Com a sua mota percorreu a antiga Jugoslávia mais do que uma vez, de ponta a ponta, vivendo por dentro o sofrimento das populações empurradas para fora dos mapas que conheciam e que a História, uma vez mais, redesenhava com o sangue de povos irmãos.

Escreveu três livros: “Guerras da Informação” (Ed. Tribuna da História), “Os Novos Muros da Europa” (Ed. Cotovia) e “Da Jugoslávia à Jugoslávia” (Ed. Cotovia), e encontrava-se a terminar um outro livro de reportagens. 

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Depois de reformado passou a viver em Ourém, na casa que fora dos seus pais. Manteve colaborações regulares como jornalista na Lusa, como colunista no Público e como comentador de assuntos internacionais na RTP e deu aulas de Jornalismo no Instituto Politécnico de Tomar/Escola Superior de Tecnologia de Abrantes.

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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