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Sábado, Maio 8, 2021

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Óbito | Atleta da Escola de Futebol de Tomar morre aos 12 anos vítima de doença

Diogo Adrião, um menino de 12 anos, jogador e guarda-redes na Escola de Futebol de Tomar, morreu hoje vítima de cancro no fígado, detetado há poucos meses, uma notícia que deixou em choque todos os colegas, amigos, dirigentes e equipa técnica daquela coletividade, bem como toda a comunidade nabantina.

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Diogo Adrião completou 12 anos em novembro numa altura em que já estava hospitalizado. O jovem guarda-redes ainda se inscreveu para a época 2018/2019 mas a doença não permitiu que voltasse a jogar.

No dia em que fez 12 anos (a 24 de novembro), colegas, amigos, treinadores e dirigentes gravaram uma mensagem de parabéns para o Diogo num dia em que jogaram em Abrantes.

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Diogo Adrião completou 12 anos em novembro numa altura em que já estava hospitalizado. Foto: DR

Também o Sporting Clube de Tomar publicou hoje uma mensagem de despedida e homenagem ao Diogo:

“Adeus Diogo.

Hoje é um dia muito triste.

O nosso querido Diogo Adrião não venceu a dura batalha que enfrentava.

Estamos todos revoltados e amargurados com a tua partida.

Serás sempre recordado como um dos nossos, campeão.”

o Sporting Clube de Tomar publicou uma mensagem de despedida e homenagem ao jovem Diogo. Foto: DR

Diogo Adrião residia no Entroncamento e faleceu no hospital Dª Estefânia, em Lisboa. O funeral será realizado em Madalena, Tomar, na quarta-feira, dia 12 de dezembro, saindo da Casa Mortuária de Madalena. A missa de corpo presente decorrerá na Igreja da Madalena, às 15:00, seguindo para o cemitério da localidade.

* A equipa do jornal mediotejo.net endereça à família e aos amigos de Diogo Adrião as mais sentidas condolências.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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