Quem espera sempre alcança, diz o povo na sua infinita sabedoria. Infinita, porque o mesmo povo, diz o mesmo e o seu contrário, defendendo-se para que a sua “sabedoria” seja aplicada de acordo com a situação.

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Apesar de apreciar a sabedoria popular, tento aprender com ela, mas sem me deixar condicionar e adaptando-a aos meus valores e à minha forma de ser e de estar.

Dito isto, é possível que quem espere possa alcançar…mas corre o risco de desesperar no decorrer do processo de espera e inclusivamente de desistir antes de alcançar… É por isso que acredito que o nosso papel é insubstituível para ajudar o destino a traçar o nosso caminho.

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Vem isto a propósito do início, hoje, da minha colaboração com o mediotejo.net. Tenho acompanhado o seu crescimento e, em bom rigor, posso mesmo afirmar que tive o privilégio de ter tido conhecimento deste projeto ainda antes do seu nascimento.

Apesar do meu cepticismo inicial enquanto modelo empresarial, em nenhum momento duvidei da capacidade e do enorme profissionalismo de quem estava “por trás” do modelo de comunicação social.

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A sua qualidade insuspeita, foi-me, inconscientemente, fazendo crescer o desejo de “um dia” também poder por “aqui” estar. Pelos vistos, hoje é o dia.

Tenho noção que a relação de amizade que me liga ao Mário Rui Fonseca ajudou a desbravar caminho e a permitir-me colocar a jeito para ajudar a “escrever” e a “empurrar” o meu destino para que este dia fosse uma realidade.

Tenho igualmente noção, que essa mesma relação de amizade, coloca a fasquia mais elevada. Não devemos nunca defraudar expectativas…não o podemos fazer de todo quando são os amigos que podem ficar em causa.

Neste espaço partilharei visões, emoções e provocações…sempre com o compromisso de responder, única e exclusivamente, por mim e pelas minhas inquietações.

Serei honesto e genuíno e em nenhum momento deixarei de ser eu e as minhas convicções.

Assumo ainda mais um compromisso. Apesar de alguma acidez e de algumas opiniões mais críticas, em momento algum ultrapassei os limites da urbanidade.

De resto, não procuro “unanimismos”, sei que não sou dono da verdade e acredito que a discussão ajuda a “acender” luzes que alargam a visão periférica sobre os assuntos.

Ainda estamos no princípio e já gosto muito de estar por aqui. Se me permitem um desejo, que seja um princípio sem fim.