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Terça-feira, Novembro 30, 2021

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“O paradoxo da vida”, por Vasco Damas

Depois de nascermos, salvo melhor opinião, e apesar dos fantásticos avanços da ciência, estamos “condenados” a uma única verdade universal.

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Tema invariavelmente tabu nas sociedades ocidentais, a morte é a única certeza que temos destinada.

Apesar dessa inevitabilidade, por mais tempo que vivamos e por mais experiência que adquiramos, não nos conseguimos preparar para aceitar o vazio da perda que ela provoca.

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Talvez este seja o maior paradoxo da vida, nascer “já” condenado a morrer.

Se esta é a ordem natural da vida e “gastamos” essa vida sem a aceitar, o que dizer das mortes contra-natura que acontecem fora do calendário normal?

Enterrar um pai ou uma mãe é trágico, dramático, sofrido e abala os pilares da vida de cada um… mas enterrar um filho ou uma filha é uma aberração da natureza que testa as convicções de quem passa por esse sofrimento excruciante!

Mesmo a quem não “toca” diretamente, esta realidade dramática faz questionar o sentido da vida.

Qual a lógica no sofrimento de uma criança? E qual a lógica no sofrimento de uns pais a quem foi arrancado o seu bem mais precioso?

Bem sei que há coisas para as quais não há explicação e que temos de nos limitar a aceitá-las… mas desculpem-me, a morte de uma criança, não a entendo nem nunca a aceitarei.

Apetecia-me fazer um pedido aos deuses, no plural para respeitar as convicções de cada um, para que em concílio decidissem proibir esta aberração… mas talvez seja preferível deixar um pedido aos homens e mulheres que podem fazer a diferença, sugerindo-lhes que em vez de Panamá papers, Paradise papers, armamento de guerra ou outros investimentos que contribuem para a destruição da humanidade, passem a investir onde se faz a diferença no bem estar comum e social.

Eu sei que não se evitaria a morte de todas as crianças… mas aproximar-nos-ia da cura para muitas delas!

É gestor e trabalhar com pessoas, contribuir para o seu crescimento e levá-las a ultrapassar os limites que pensavam que tinham é a sua maior satisfação profissional. Gosta do equilíbrio entre a família como porto de abrigo e das “tempestades” saudáveis provocadas pelos convívios entre amigos. Adora o mar, principalmente no Inverno, que utiliza, sempre que possível, como profilaxia natural. Nos tempos livres gosta de “viajar” à boleia de um bom livro ou de um bom filme. Em síntese, adora desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

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