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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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“O Estado da Nação em debate”, por Hugo Costa

Na passada sexta-feira, o país assistiu ao debateu do estado da nação na Assembleia da República. Um debate que é um dos mais importantes acontecimentos parlamentares do ano, e que permite fazer um balanço do ano parlamentar e político.

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Em 2015, quando esta solução governativa emergiu, poucos acreditavam que durasse a legislatura e dos seus oponentes ouvimos adjetivos pouco simpáticos tais como “geringonça”. Ora, essa adjetivação acabaria por funcionar em sentido contrário e hoje o capital de confiança junto da população portuguesa é, sem sombra de dúvida, elevado. Foi demonstrado que existia uma alternativa.

A devolução de rendimentos permitiu ganhos claros na nossa economia. No ano de 2017, por exemplo, assistimos ao maior crescimento económico do século de 2,7 % do Produto Interno Bruto, assim como um crescimento do investimento e das exportações muito assinalável, de 9,1% e 11,2% respetivamente. Estes valores não eram atingidos, em alguns casos, há cerca de 20 anos. A oposição diz que é insuficiente mas a verdade é que nunca estiveram perto destes valores.

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A nível de emprego, combatemos a precariedade e neste momento apresentamos a mais baixa taxa de desemprego desde 2002, com a redução nos índices de riscos de pobreza e com um aumento do salário mínimo nacional que outros no passado combateram. Este Governo foi por isso amigo da economia, das empresas, do emprego e, muito mais importante, das pessoas.

Tudo isto foi conjugado com os melhores indicadores em finanças públicas em democracia. Portugal saiu do procedimento por défice excessivo, apresentou em 2017 a maior redução de divida pública desde 1991 e menor défice em democracia na casa dos 0,9%. Estes dados fazem cair um dos “mitos urbanos” da nossa politica, mostrando que a esquerda pode Governar de forma responsável orçamentalmente.

A nível dos fundos comunitários, este Governo começou a execução do Portugal 2020 que estava por iniciar, a nível de energia travou o défice tarifário de 5 mil milhões de euros para 3,6 mil milhões de euros. A nível dos serviços públicos retomou o investimento à muito parado em muitos setores.

Certamente muito existe ainda por fazer. Áreas como a educação, a saúde ou as infraestruturas precisam de investimento. Mas não se pode inverter totalmente em três áreas uma tendência. Certamente que, no próximo ano, conseguiremos continuar a aumentar a confiança aos portugueses, a aumentar o seu rendimento e a colocar investimento no terreno.

Deputado na Assembleia da República e membro das Comissões de Economia, Inovação e Obras Públicas e Habitação, é também membro da Comissão de Orçamento e Finanças. Diz adorar o Ribatejo e o nosso país. Defende uma política de proximidade junto dos cidadãos. Tem 38 anos, é de Tomar e licenciou-se em Economia pelo ISEG. É membro da Assembleia Municipal de Tomar e da Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. Tem como temas de interesse a economia, a energia, os transportes, o ambiente e os fundos comunitários.

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