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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Nota da direção | Dois anos de notícias

Há precisamente dois anos, numa manhã radiosa de 27 de setembro (e depois de uma noite em claro), coube-me a mim, ao Mário Rui Fonseca e ao José Bandos (nosso mestre informático de todas as horas) olhar uma última vez para as páginas que desenhávamos há meses e clicar, finalmente, na palavra mágica: “PUBLICAR”.

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Começava aí a grande aventura de fazer um jornal para toda a região do Médio Tejo, cobrindo a atualidade de 13 concelhos, sem mecenas ou grandes financiadores a ampararem os nossos passos. Este projeto foi – e é -, desde a primeira hora, o sonho de um grupo de jornalistas que quer prestar um serviço público à região.

Este jornal nasceu com a ambição de ser um ponto de encontro para esta comunidade de 250 mil habitantes do Médio Tejo, que permanecia afastada, apesar de todas as proximidades culturais e geográficas. E nasceu, acima de tudo, com uma missão clara na mente de todos nós: ser um jornal plural, independente, uma fonte fiável de informação.

Parte da equipa que faz, diariamente, este jornal: Patrícia Fonseca, Cláudia Gameiro, Mário Rui Fonseca, Joana Santos, Pedro Nabais, Vinicius Alevato, Elsa Ribeiro Gonçalves, José Bandos, José Gaio, Paula Val e Sónia Leitão.
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Nos últimos dois anos publicámos mais de 13 000 artigos, entre notícias, reportagens e entrevistas. Fomos aos locais mais recônditos, fizemos perguntas incómodas, cruzámos dados, confrontámos diferentes fontes, investigámos. Combinámos a experiência e a credibilidade de uma equipa de jornalistas profissionais com a versatilidade de uma publicação digital, atualizada ao minuto. Marcámos o ritmo da atualidade com notícias de última hora, como sucedeu ao longo das semanas terríveis de incêndios na região, onde estivemos em permanência, com os nossos jornalistas no terreno, em reportagem.

A jornalista Cláudia Gameiro, em reportagem numa das zonas devastadas pelos incêndios deste verão, em Mação

Apostámos desde o primeiro dia na combinação de texto, fotografia, audio e vídeo, envolvendo a comunidade através das redes sociais (Facebook, YouTube, Instagram, Twitter) e fidelizando também a sua relação connosco através de formatos inovadores, como o documentário de longo formato, os liveblogs e os eventos em livestream, a newsletter semanal ou os alertas de notícias de última hora, subscritos já por centenas de leitores fiéis.

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Além das notícias que marcam os dias daqueles que vivem no Médio Tejo, disponibilizamos todos os resultados desportivos dos vários campeonatos de futebol distrital e publicamos semanalmente a mais completa agenda cultural da região.

Acompanhámos presencialmente todas as reuniões municipais e deliberações dos 13 concelhos do Médio Tejo e terminamos hoje, dia 27, um ciclo de 13 debates, realizados em locais públicos e com entrada livre, com todos os candidatos às Autárquicas do próximo dia 1 de outubro. Uma missão com uma produção complexa, e só possível – perdoem-nos a imodéstia – com uma grande equipa de jornalistas e produtores editoriais como é a nossa.

O debate que juntou as cinco forças políticas que se candidatam às eleições autárquicas em Torres Novas, um dos treze organizados pelo mediotejo.net

Nesta data é imperativo deixar um obrigado especial aos nossos anunciantes, que têm garantido a viabilidade financeira deste projeto, e que desde o início acreditaram que marcar presença no nosso jornal seria uma aposta ganha, com grande visibilidade para os seus negócios.

Por fim, um obrigado sentido a si: por nos ler, criticar, incentivar, partilhar as nossas notícias e dar sentido ao nosso trabalho.

 

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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