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Sexta-feira, Setembro 24, 2021

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“Natal com felicidade só com honestidade”, por Vasco Damas

Li por estes dias no mural de uma prima que, além de ser minha prima, é também uma mulher especial dotada de uma sensibilidade ímpar que consegue transmitir as diferentes formas de sentir com a habilidade com que apenas escrevem os predestinados e que tem o dom de saber escolher as palavras que em conjunto se transformam num ser vivo repleto de terminações nervosas que “se quisermos mesmo sermos felizes, temos de ser honestos”.

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Em plena época de brilho, harmonia, família e amor esta frase parece desenquadrada, provocadora e politicamente incorreta. Mas se quisermos, cá está, ser honestos e se estivermos dispostos a aproximar-nos da felicidade, talvez tenhamos que admitir que se tentarmos ver para lá do brilho que cega, da harmonia que nem sempre está afinada, da família demasiadas vezes desunida e do amor que finge mais vezes do que era suposto, “se quisermos mesmo sermos felizes, temos de ser honestos”.

Honestos connosco em primeiro lugar, admitindo que não chegaremos onde queremos se insistirmos nos mesmos erros e nas mesmas mentiras.

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Honestos com os outros em segundo lugar, sendo genuínos naquilo que somos, transmitimos e oferecemos.

Honestos na nossa vida pessoal com a nossa família e com os nossos amigos.
Honestos na nossa vida profissional com os nossos colegas e com as nossas obrigações.

De facto, felicidade rima com honestidade e se fizermos um exercício de recuperação de memórias vamos invariavelmente chegar à conclusão que o caminho da verdade nos retirou o peso que em determinados momentos nos impediu de sermos verdadeiramente felizes.

Seria bom termos esta consciência e aproveitar o espírito da época para nos deixarmos contagiar para o resto do ano. Pura utopia, pensará a maioria de vós. Mas se não conseguimos mudar os outros tentemos começar por nos mudarmos a nós. Não mudaremos o mundo mas talvez consigamos mudar o nosso mundo. E isso pode fazer a diferença que fará toda a diferença, porque no fundo “se quisermos mesmo sermos felizes, temos de ser honestos”.

Boas Festas!

É gestor e trabalhar com pessoas, contribuir para o seu crescimento e levá-las a ultrapassar os limites que pensavam que tinham é a sua maior satisfação profissional. Gosta do equilíbrio entre a família como porto de abrigo e das “tempestades” saudáveis provocadas pelos convívios entre amigos. Adora o mar, principalmente no Inverno, que utiliza, sempre que possível, como profilaxia natural. Nos tempos livres gosta de “viajar” à boleia de um bom livro ou de um bom filme. Em síntese, adora desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

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