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Domingo, Setembro 26, 2021

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Museu do Côa acolhe primeiro Encontro Nacional de Arte Pré-Histórica

O Museu do Côa acolhe, na quarta-feira, o primeiro Encontro Nacional de Arte Pré-Histórica, que assinala, pela primeira vez, o Dia Europeu da Arte Rupestre, que tem o objetivo de dar a conhecer património existente no país. A constituição formal da Rede Nacional de Arte Rupestre, prevista para quarta-feira, no Museu do Côa, foi, entretanto, adiada, por falta de vistos do Tribunal de Contas nos processos dos municípios aderentes, disse hoje a organização.

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“Pretendemos que este Encontro Nacional de Arte Pré-Histórica seja realizado de forma regular, e que tenha todos os contornos de um grande evento académico”, disse à Lusa o presidente da Fundação Côa Parque, Bruno Navarro. “Nesta primeira edição prendemos dar notoriedade aos sítios pré-históricos do país, que são menos conhecidos”, acrescentou.

O encontro surge num momento em que um conjunto alargado de entidades representativas do território nacional, com responsabilidades na gestão do património e na investigação arqueológica, iniciaram um processo de constituição da Rede Nacional de Arte Pré-Histórica, com o propósito de ser mais um ator no desígnio de educar para o conhecimento e para a fruição de conteúdos culturais. A Rede Nacional de Arte Pré-Histórica terá constituição formal durante o encontro.

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“Nesta primeira edição pretendemos dar a conhecer alguns dos sítios mais emblemáticos de arte pré-histórica portuguesa, reforçando assim os esforços de aproximação institucional que têm vindo a ser desencadeados, seja na perspetiva científica do conhecimento ou na perspetiva da gestão dos sítios”, concretizou o responsável pela fundação Côa Parque, com sede em Foz Côa, no distrito da Guarda.

O Museu do Côa vai acolher a sede da futura Rede Nacional de Arte Pré-Histórica, resultado da escolha de cerca de 30 entidades nacionais, que pretendem inventariar e estudar estas formas de arte.

“O objetivo da Rede Nacional de Arte Pré-Histórica é criar um organismo intermunicipal, verdadeiramente nacional, que esteja comprometido com um conjunto de objetivos comuns e que passam pela partilha de recursos humanos e patrimoniais, a partilha de conhecimentos ou a partilha de experiências, tendo em vista a criação de produtos turísticos integrados”, explicou à Lusa Bruno Navarro.

O ato formal de constituição da Rede Nacional de Arte Pré-Histórica está agendado para a próxima quarta-feira, Dia Europeu da Arte Rupestre, no Museu do Côa, onde marcarão presença todos os representastes das entidades envolvidas, no seu processo de constituição.

“Esta nova entidade vai permitir criar uma nova rota turística de valor económico, que vai englobar todo o interior do país, desde o Sul do Alentejo ao Norte de Portugal, sendo uma rede constituída, essencialmente, por municípios e organismos de ensino superior, com uma abrangência territorial considerável”, concretizou o responsável.

Bruno Navarro salientou à Lusa que se trata de um grande desafio para a Fundação Côa Parque, pela responsabilidade envolvida, já que se trata de um organismo que está sediado num território reconhecido pela organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), como Património Mundial da Humanidade.

“Queremos contribuir com o conhecimento e com a notoriedade internacional, que o Parque Arqueológico e o Museu do Côa adquiriram nos últimos 25 anos, no que se refere à Arte Pré-Histórica”, frisou o responsável.

A Rede Nacional de Arte Pré-Histórica envolve entidades como a Fundação Côa Parque, as câmaras municipais de Alijó, Alandroal, Arcos de Valdevez, Arganil, Arronches, Figueira de Castelo Rodrigo, Fundão, Mação, Macedo de Cavaleiros, Meda, Mirandela, Torre de Moncorvo, Montemor-o-Novo, Oliveira de Frades, Pinhel, Ponte da Barca, Reguengos de Monsaraz, Torre de Moncorvo, Valença do Minho, Vila Nova de Foz Côa e Vila Velha de Ródão.

São também parte da Rede Nacional de Arte Pré-Histórica a Direção Regional de Cultura do Alentejo, as faculdades de Letras das universidades de Lisboa, do Porto e de Coimbra, o Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e o Instituto Politécnico de Tomar.

Rede Nacional de Arte Rupestre adiada por falta de vistos do Tribunal de Contas

A constituição formal da Rede Nacional de Arte Rupestre, prevista para quarta-feira, no Museu do Côa, foi adiada, por falta de vistos do Tribunal de Contas nos processos dos municípios aderentes, disse hoje a organização.
“A adesão formal dos municípios à Rede Nacional de Arte Rupestre só poderá ser efetuada após a sua aprovação em sede de executivo e assembleia municipal, para assim receber o visto prévio do Tribunal de Contas”, disse hoje à Lusa o presidente da Fundação Côa Parque, Bruno Navarro.
Para o responsável, trata-se “de um formalismo”, acrescentando que “as pessoas que assinaram o termo de compromisso de adesão à rede “já se têm encontrado em diversas reuniões de trabalho”.
“Logo que os municípios consigam a obtenção do visto prévio do Tribunal de Contas avançamos de imediato para a formalização da constituição da Rede Nacional de Arte Rupestre”, concretizou Bruno Navarro.
O ato formal de constituição da Rede Nacional de Arte Rupestre estava agendado para quarta-feira, Dia Europeu da Arte Rupestre, no Museu do Côa, onde marcarão presença todos os representastes das entidades envolvidas, no seu processo de constituição.
“Mesmo não havendo essa formalização oficial, a rede já está constituída, tratando-se de uma organismo de partilha cultural e científica, através de um processo que começou no passado mês de dezembro, no Museu do Côa”, frisou o responsável da Fundação Côa Parque.
Segundo Bruno Navarro, “a Rede Nacional de Arte Rupestre já tem estatutos e plano de viabilidade económica”.
O Museu do Côa vai acolher a sede da futura Rede Nacional de Arte Rupestre, resultado da escolha de cerca de 30 entidades nacionais, que pretendem inventariar e estudar estas formas de arte.
“Esta nova entidade vai permitir criar uma nova rota turística de valor económico, que vai englobar todo o interior do país, desde o sul do Alentejo ao norte de Portugal, sendo uma rede constituída, essencialmente, por municípios e organismos de ensino superior, com uma abrangência territorial considerável”, concretizou o responsável.
Bruno Navarro salientou à Lusa que se trata de um grande desafio para a Fundação Côa Parque, pela responsabilidade envolvida, já que se trata de um organismo que está sediado num território reconhecido pela organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO, na sigla em inglês) como Património Mundial da Humanidade.
“Queremos contribuir com o conhecimento e com a notoriedade internacional que o Parque Arqueológico e o Museu do Côa adquiriram nos últimos 25 anos, no que se refere à Arte Pré-Histórica”, frisou o responsável.
A Rede Nacional de Arte Rupestre envolve entidades como a Fundação Côa Parque, as câmaras municipais de Alijó, Alandroal, Arcos de Valdevez, Arganil, Arronches, Figueira de Castelo Rodrigo, Fundão, Mação, Macedo de Cavaleiros, Meda, Mirandela, Torre de Moncorvo, Montemor-o-Novo, Oliveira de Frades, Pinhel, Ponte da Barca, Reguengos de Monsaraz, Torre de Moncorvo, Valença do Minho, Vila Nova de Foz Côa e Vila Velha de Ródão.
São também parte da Rede Nacional de Arte Rupestre a Direção Regional de Cultura do Alentejo, as faculdades de Letras das universidades de Lisboa, do Porto e de Coimbra, o Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e o Instituto Politécnico de Tomar.

Agência de Notícias de Portugal

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