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Quarta-feira, Dezembro 1, 2021

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Município de Ourém vai adquirir sinagoga da vila medieval

O Município de Ourém anunciou hoje que vai adquirir a sinagoga da vila medieval, pelo valor de 8.700 euros, que poderá ser potenciada turisticamente no âmbito da Rede de Judiarias de Portugal.

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Numa nota de imprensa, a autarquia adiantou que a aquisição vai “criar condições para a preservação desta importante marca simbólica judaica que integra o património histórico disponível na Vila Medieval de Ourém e que poderá ser potenciada turisticamente no âmbito da Rede de Judiarias de Portugal”.

O município liderado por Luís Albuquerque (coligação PSD/CDS-PP) tinha em curso um processo de expropriação do imóvel, “que foi revogado, já que foi possível chegar a acordo com os proprietários para a aquisição deste símbolo representativo da presença judaica em Ourém”, acrescenta a nota, que refere que a decisão foi tomada na última reunião de executivo.

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Os vestígios da sinagoga encontram-se na Rua D. Afonso IV Conde de Ourém e “consistem numa fachada que apresenta um elevado risco de desmoronamento, colocando em perigo a circulação rodoviária e a integridade física de transeuntes e residentes”, informa ainda a Câmara.

Edifício em ruínas evidencia a existência prévia de dois arcos em ogiva, característica das antigas sinagogas. Foto arquivo: mediotejo.net

Na mesma reunião de câmara foi ainda aprovado o acordo de transferência de competências de gestão da antiga Casa de Cantoneiros, em Rio de Couros, para o Município de Ourém.

Segundo a Câmara, este património imobiliário público encontra-se devoluto e a assunção da gestão pela autarquia vai permitir o desenvolvimento de um projeto de valorização do imóvel.

O acordo com a Direção-Geral do Tesouro e Finanças terá como objetivo a “recuperação da antiga Casa de Cantoneiros, através da sua reabilitação e adaptação para fins de interesse público, nomeadamente a instalação de um local de apoio ao parque de merendas e aos peregrinos”.

As obras de recuperação do imóvel deverão estar concluídas até dois anos após a assinatura do acordo e a transferência de gestão é válida pelo prazo de 50 anos. O acordo contempla ainda a hipótese de cedência de exploração do imóvel à União de Freguesias de Rio de Couros e Casal dos Bernardos.

Agência de Notícias de Portugal

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