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Domingo, Julho 25, 2021

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Movimento proTEJO elege porta-voz e reforça equipa para defesa do rio Tejo

O Movimento Pelo Tejo – proTEJO – elegeu hoje José Moura, do Movimento Urânio em Nisa Não (MUNN) como segundo porta-voz do movimento ambientalista, e definiu as prioridades para 2017 na defesa ambiental do rio Tejo e afluentes.

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José Maria Moura, que substitui no cargo Sara Cura, junta-se assim a Paulo Constantino como porta-voz de um movimento com sede em Vila Nova da Barquinha, no distrito de Santarém, e que hoje aprovou ainda a entrada da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, e de Arlindo Marques (SOS Tejo) no movimento que agrega cerca de 40 ativistas ambientais, entre associações, movimentos, cidadãos e autarquias.

José Louza (Eco-Cartaxo) mantém-se como presidente da Mesa do Conselho Deliberativo, e António Costa (Movimento Cívico Ar Puro – Rio Maior) e Arlindo Marques (SOS Tejo) assumem os cargos de 1º e 2º secretários, respetivamente, até meados de 2017, segundo definido hoje em sede de Assembleia Geral.

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PROTEJO
José Moura (MUNN) foi eleito porta-voz do proTEJO e junta-se a Paulo Constantino nessa qualidade. Arlindo Marques (SOS Tejo) foi eleito para 2º secretário do proTEJO

“Os problemas de poluição no Tejo, a qualidade das águas do rio e seus afluentes, os caudais ecológicos e as alterações climáticas” mantêm-se no topo das prioridade de trabalho do proTEJO, disse à agência Lusa Paulo Constantino, à margem de uma reunião que decorreu em Vila Nova da Barquinha e que serviu ainda para “delinear prioridades de trabalho” até meados de 2017.

Paulo Constantino disse à Lusa que a eleição de José Moura “vem reforçar a presença do proTEJO na zona do Alto Tejo, na zona de Nisa, tendo destacado que o movimento vai promover “ainda este ano” a realização de um fórum em Santarém subordinado ao tema do rio Tejo.

O dirigente ambientalista lembrou ainda que o movimento está a “dinamizar uma petição contra a poluição no rio e seus afluentes, a apresentar à Assembleia da República”.

Por outro lado, continuou, “os caudais insuficientes, a poluição e as barreiras à conetividade fluvial” são preocupações dos ambientalistas, que decidiram ainda promover um “encontro lúdico e com debates” com todos os associados do proTEJO, “em data a definir”, e preparar a sexta edição da ação “Vogar Contra a Indiferença”, iniciativa que regressa em 2017.

O Movimento pelo Tejo defende a rápida aplicação de cinco medidas para travar os problemas com que o rio Tejo hoje se confronta, tendo Constantino destacado “o cumprimento da Diretiva Quadro da Água, ou seja, a garantia de um bom estado ecológico das águas do Tejo, e o estabelecimento e quantificação de um regime de caudais ecológicos, diários, semanais e mensais, refletidos nos Planos da Bacia Hidrológica do Tejo, em Espanha e em Portugal, e na Convenção de Albufeira”.

O proTEJO defende ainda “uma ação rigorosa e consequente da fiscalização ambiental contra a poluição, crescente e contínua, que cada vez mais devasta o rio Tejo e os seus afluentes, a intervenção junto do governo espanhol com vista ao encerramento da Central Nuclear de Almaraz, eliminando a contaminação radiológica do rio Tejo e o risco de acidente nuclear, e, por fim, a realização de ações para restaurar o sistema fluvial natural e o seu ambiente, nomeadamente, a reposição da conetividade fluvial”.

Paulo Constantino referiu ainda que o trabalho dos ambientalistas “tem gerado resultados positivos” tendo manifestado “expectativa” pela divulgação dos resultados e medidas para resolver os problemas do Tejo, a apresentar em setembro por uma Comissão sob tutela do Ministério do Ambiente e constituída para definir estratégias de combate à poluição no Tejo, integrando instituições governamentais da área do ambiente e comunidades intermunicipais da bacia hidrográfica do Tejo.

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Paulo Constantino é porta-voz e membro fundador do proTEJO – Movimento pelo Tejo

Fundado em setembro de 2009, o Movimento pelo Tejo – proTEJO é um movimento de cidadania informal que nasceu em Vila Nova da Barquinha, na zona do Médio Tejo, distrito de Santarém, e é composto por mais de mil aderentes nas redes sociais.

Agrega 72 cidadãos e 38 organizações, entre as quais oito associações ambientalistas, 13 associações culturais, sociais e desportivas, e 5 de cidadania e desenvolvimento regional, para além da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e os municípios de Abrantes, Azambuja, Chamusca, Golegã, Mação e Vila Nova da Barquinha, entre outros.

Agência de Notícias de Portugal

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