Mouriscas | Milenar Oliveira do Mouchão é candidata a Árvore do Ano

A Oliveira do Mouchão, em Mouriscas (Abrantes) é uma das 10 finalistas ao concurso nacional que habilita a árvore portuguesa vencedora a concorrer à votação para a Árvore Europeia do Ano 2021. Com 3.350 anos, a Oliveira do Mouchão, em Cascalhos, na freguesia de Mouriscas, tem um perímetro base de 11,2 metros, um perímetro à altura do peito de 6,5 metros e uma altura de tronco até às primeiras pernadas de 3,2 metros.

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A Câmara Municipal de Abrantes está a apelar a todos os cidadãos do concelho para votarem nesta árvore milenar e fazer dela a representante lusa no concurso europeu “TREE OF THE YEAR 2021”. O período de votação online, a que pode aceder AQUI decorre até às 23h59 (hora portuguesa) de segunda-feira, dia 23 de novembro.

De acordo com as regras de votação, elaboradas pela organização, cada pessoa só poderá votar uma vez, sendo que o votante seleciona duas árvores e confirma o voto com uma conta de e-mail válida. O voto é validado através do link recebido no e-mail. Se não validar o voto, este será considerado nulo. Não serão admitidos votos provenientes de contas de e-mail temporárias, robots ou outras fontes suspeitas.

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Cada uma destas árvores tem uma história e neste concurso ela é valorizada, tendo em conta o papel que tem da comunidade onde se encontra.

O concurso da Árvore Europeia do Ano, organizado pela União da Floresta Mediterrânica (UNAC) surgiu no ano de 2011 e foi inspirado no popular concurso checo Árvore do Ano, organizado pela Czech Environmental Partnership Foundation. O concurso europeu é uma final constituída pelos vencedores dos diferentes concursos nacionais.

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O Concurso Nacional Árvore de Ano é organizado pela União da Floresta Mediterrânica, organização de Produtores Florestais que representa os interesses dos produtores florestais do espaço mediterrânico português.

Segundo a organização, a apresentação pública dos resultados acontecerá no dia 2 de dezembro.

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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