Morreu um dos militares da GNR feridos em acidente na A1 na terça-feira

Morreu um dos militares da GNR feridos em acidente na A1 na terça-feira. Foto: DR

Um dos dois militares da GNR feridos com gravidade numa colisão entre um automóvel e um carro-patrulha na Autoestrada 1 (A1), na terça-feira, morreu hoje, informou à agência Lusa o Destacamento de Trânsito de Santarém. De acordo com fonte da GNR, o outro militar ainda se encontra hospitalizado e não há “nenhuma informação oficial” em relação à sua morte.

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Na terça-feira, cinco pessoas ficaram feridas com gravidade na sequência da colisão, no sentido norte-sul, entre o nó de Torres Novas e a área de serviço de Santarém.

Em declarações à agência Lusa na terça-feira, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém revelou que o acidente ocorreu ao quilómetro 85 da autoestrada, pelas 11:30, quando a GNR “estaria a sinalizar o local”.

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O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, manifestou hoje “profunda consternação” e pesar pela morte em serviço de um militar da Guarda Nacional Republicana, que na terça-feira esteve envolvido num acidente na zona de Santarém.

“Foi com profunda consternação que tomei conhecimento do falecimento do guarda Carlos Pereira, no cumprimento da sua missão, numa patrulha do Destacamento de Trânsito da GNR de Santarém”, escreve Eduardo Cabrita, na nota de pesar.

O ministro transmitiu ainda, em nome do Governo, um voto de pesar e de solidariedade aos familiares, amigos e a todos os militares da Guarda Nacional Republicana.

Carlos Pereira foi um dos dois militares da GNR que na terça-feira ficou ferido com gravidade numa colisão entre um automóvel e um carro-patrulha na Autoestrada 1, entre o nó de Torres Novas e a área de serviço de Santarém.

De acordo com a GNR, o guarda Carlos Pereira morreu hoje e outro militar encontra-se hospitalizado.

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O Presidente da República lamentou hoje o acidente ocorrido na terça-feira na A1 de que foram vítimas dois militares da GNR em serviço no local e informou que já falou com os seus familiares mais próximos.

Numa nota divulgada no portal da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa deixou, a este propósito, “um forte apelo a todos os portugueses para que respeitem as regras” de segurança rodoviária, “com o máximo rigor e com a máxima consciência cívica”.

O chefe de Estado afirmou ter recebido com “profunda consternação” a notícia da “confirmação da morte em serviço do militar da GNR Guarda Carlos Pereira e do estado de saúde muito grave da cabo Vânia Matias, vítimas de abalroamento num brutal acidente rodoviário quando estavam numa operação de sinalização na A1”.

“O Presidente da República falou já com os familiares mais próximos, a quem apresentou as mais sentidas condolências pela vida perdida no cumprimento da sua missão, sentimentos que estende à Guarda Nacional Republicana (GNR) e ao Destacamento de Trânsito de Santarém”, lê-se na nota hoje divulgada.

Através desta nota, Marcelo Rebelo de Sousa lamentou “os comportamentos de risco nas estradas portuguesas” que no seu entender “parecem estar a ressurgir, ignorando a aprendizagem dos tempos recentes”, e apelou a todos os portugueses que contribuam para “um ambiente rodoviário seguro e responsável”.

Hoje, ao início da tarde, o Destacamento de Trânsito de Santarém informou que morreu um dos dois militares da GNR feridos com gravidade na colisão entre um automóvel e um carro patrulha ocorrida na terça-feira na A1.

Ao todo, cinco pessoas ficaram feridas com gravidade na sequência dessa colisão, que segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém ocorreu ao quilómetro 85 da autoestrada, no sentido norte-sul, entre o nó de Torres Vedras e área de serviço de Santarém, pelas 11:30, quando a GNR “estaria a sinalizar o local”.

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