Sábado, Fevereiro 27, 2021
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Médio Tejo | VI Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo parte da fronteira com Espanha

A grande novidade do VI Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo é a partida de Malpica do Tejo, perto da fronteira com Espanha. A ambição da Comissão Organizadora é levar a montante, provavelmente já em 2019, o Cruzeiro para lá de Portugal, dando força à identidade ribeirinha quer de portugueses quer de espanhóis que vivem nas margens e na bacia hidrográfica do Tejo.

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A partir de 31 de maio realiza-se o VI Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo, em viagem pelo rio Tejo, com doze etapas, que decorre até 24 de junho, uma iniciativa que tem como objetivo principal ligar o rio Tejo, nos primeiros cinco Cruzeiros, desde Vila Velha de Rodão, terra que em 2018 será substituída por Malpica do Tejo como ponto de partida para a ligação ao grande estuário do rio em Oeiras.

Realizado por embarcações típicas do Tejo, como o tradicional picoto e a bateira, que transportam a imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo, em peregrinação fluvial às comunidades ribeirinhas e às aldeias Avieiras, nas margens do Tejo.

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O Cruzeiro tem como objetivos específicos: dinamizar a economia local/regional, atraindo turistas nacionais/internacionais (ex: alojamento local, restauração, turismo fluvial, desportos, náuticos, religiosidade, animação turística, museus,…); reforçar a identidade das comunidades, aproximando-as através da partilha cultural e religiosa; aproximar as comunidades do rio Tejo para usufruírem da sua riqueza (patrimonial, cultural e natural); transformar as comunidades ribeirinhas em elementos divulgadores das enormes potencialidades do rio na área do Turismo Sustentável e das Culturas a ele associadas.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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