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Quinta-feira, Dezembro 2, 2021

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Médio Tejo | Utentes do centro hospitalar congratulam-se com aquisição de equipamento

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) congratulou-se pelo início do concurso para a aquisição de um equipamento de ressonância magnética para o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), nomeadamente para a unidade hospitalar de Abrantes, alertando para a necessidade da “instalação de um equipamento de TAC” no Hospital Rainha Santa Isabel, em Torres Novas.

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“Foi com muita satisfação que recebemos a notícia de que vai avançar, de imediato, o concurso para aquisição deste equipamento, desejando que o concurso e instalação se concretizem para bem dos utentes e do Serviço Nacional de Saúde”, pode ler-se no comunicado.

Todavia, por outro lado, os utentes alertam também para a necessidade da “instalação de um equipamento de TAC” no Hospital Rainha Santa Isabel, em Torres Novas.

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Segundo a comissão, o Hospital de Torres Novas é o único dos três hospitais de Centro Hospitalar Médio Tejo que não tem esse equipamento, obrigando as pessoas a deslocarem-se a Abrantes.

“Outra das grandes necessidades é a instalação de um equipamento de “TAC” no Hospital de Torres Novas, o único dos três Hospitais do Centro Hospitalar que não tem esse equipamento, sendo já conhecidos alguns casos em que a sua falta, obriga acidentados a ter que ir de Torres Novas a Abrantes para usar esse equipamento como diagnóstico, acabando por ter que seguir depois para Lisboa pela sua gravidade, entretanto agravada pelo tempo perdido, situações que se poderão facilitar com o diagnóstico feito na hora, no próprio Hospital” defende A CUSMT, dando conta que se trata de “um investimento relativamente baixo e que permitirá ganhos em saúde e poupanças evidentes”.

Notícia relacionada:

Abrantes | CHMT abre concurso público de 1,3 ME para aquisição de equipamento de ressonância magnética

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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