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Domingo, Setembro 19, 2021

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Médio Tejo | Unidade de Hospitalização Domiciliária com mais de 850 visitas em seis meses

A Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD) do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), que reúne os hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas, efetuou mais de 850 visitas e percorreu mais de 26.800 quilómetros nos primeiros seis meses do ano, anunciou a instituição.

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Os números referem-se ao primeiro semestre de atividade, em que foram acompanhados 71 utentes internados em UHD. Abrantes é o concelho com mais utentes (27), seguindo-se Torres Novas – 11; Entroncamento – 8; Constância – 6; Mação – 6; Tomar – 5; Sardoal – 4; Barquinha – 3; Gavião – 1. Destes utentes, 34 eram do género masculino e 37 do feminino. A média de visita por doente tratado é de 12.

Atualmente, a equipa de hospitalização Domiciliária do CHMT, EPE, é constituída por um médico, três enfermeiros (a tempo inteiro), uma assistente social e uma farmacêutica. A equipa conta ainda com a colaboração de assistentes técnicos e assistentes operacionais.

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A Hospitalização Domiciliária no CHMT “é assegurada por uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde – médicos de Medicina Interna, enfermeiros especializados em Enfermagem de Reabilitação e assistente social” -, apresentando-se como uma alternativa ao internamento hospitalar convencional.

Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 255 mil habitantes de 12 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sor, ambos de Portalegre.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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