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Quinta-feira, Janeiro 27, 2022
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Médio Tejo | Tomar e Ourém têm as rendas mais altas da região – INE

Tomar e Ourém são os concelhos da sub-região do Médio Tejo com o valor das rendas mais elevados, de acordo com dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística referentes ao 1º semestre de 2021 (últimos dados disponíveis).

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O valor mediano das rendas é de 4,20 euros por m2 em Tomar, segundo os contratos de arrendamento de alojamentos familiares assinados e declarados ao Fisco. Na tabela, segue-se o concelho de Ourém com 4,02 euros por m2, facto ao qual não será alheio a habitação na cidade de Fátima.

Em média, nos 13 municípios do Médio Tejo, o aumento das rendas ascendeu a 10 por cento, comparando o 1º semestre de 2021 com o período homólogo de 2020. Aliás, a subida dos valores das rendas é transversal aos oito municípios do Médio Tejo analisados pelo INE.

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É nos concelhos de Ourém, Entroncamento (3,93 euros por m2) e Vila Nova da Barquinha (3,25 euros por m2) que se verificam os maiores aumentos das rendas no referido período, facto que se deve essencialmente à escassez de oferta no mercado de arrendamento.

Na nossa região, o 4º Município com as rendas mais elevadas é Torres Novas (3,58 euros por m2), valor mesmo assim já abaixo da média da região, que é de 3,67 euros por m2. Na sub-região da Lezíria do Tejo, a média é de 4,08 euros por m2.

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Na área abrangida pelo jornal digital mediotejo.net, uma nota dissonante é a descida do valor mediano das rendas em Ponte de Sor, de 3,46 para 3,24 euros por m2 no período em análise.

Valor mediano das rendas por m2 de novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares

Médio Tejo

 

1.º semestre de 2020

1.º semestre de 2021

Abrantes

3,04

3,29

Alcanena

2,87

3,05

Constância

Entroncamento

3,60

3,93

Ferreira do Zêzere

3,13

Mação

Ourém

3,68

4,02

Sardoal

Sertã

2,98

2,97

Tomar

3,98

4,20

Torres Novas

3,44

3,58

Vila de Rei

Vila Nova da Barquinha

2,98

3,25

Médio Tejo

3,45

3,67

Fonte: INE 

Preço das casas para arrendar em Portugal desce 4,3% em 2021 para 10,7 euros/m2 

O preço das casas para arrendar em Portugal desceu 4,3% em 2021, para 10,7 euros por metro quadrado (euros/m2), enquanto a queda do preço no último trimestre do ano passado foi de 0,9%, revelou hoje o portal imobiliário idealista.

De acordo com o índice de preços do idealista, arrendar casa em Portugal tinha “um custo de 10,7 euros/m2” no final do mês de dezembro do ano passado, tendo em conta “o valor mediano”, enquanto a diminuição registada no quarto trimestre do ano foi de 0,9%.

A análise efetuada pelo idealista permite ainda saber que em Lisboa o preço para arrendar diminuíu 2,9%, o que constitui a “única descida do país em 2021”, em termos de cidades, sendo que o custo por metro quadrado é agora de 13,4 euros.

Além disso, o idealista assinala também em comunicado que durante o último ano, o preço das casas para arrendar desceram na Região Autónoma dos Açores (-8,7%), na Área Metropolitana de Lisboa (-4%) e no Norte (-1,7%).

Por outro lado, foi no Alentejo onde se assistiu a uma maior subida do preço (9,5%), seguida pelo Algarve (7,6%), Região Autónoma da Madeira (6,6%) e pelo Centro do país (4,9%).

E prossegue: “A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,4 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (9,8 euros/m2), Norte (9,1 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (8,6 euros/m2)”.

Do lado oposto, isto é, as regiões mais baratas, são o Centro (6,5 euros/m2), Região Autónoma dos Açores (6,6 euros/m2) e o Alentejo (sete euros/m2).

Quanto aos distritos analisados, as maiores descidas de preço ocorreram na Ilha de São Miguel (-13,5%), Viseu (-8,1%), Lisboa (-3,8%), Aveiro (-1,5%) e Porto (-0,6%).

Em sentido contrário, subiram em Castelo Branco (20%), Viana do Castelo (18,5%) e Leiria (11,9%), seguindo-se Vila Real (8,6%), Faro (7,6%), Ilha da Madeira (6,5%), Coimbra (6%), Setúbal (5,6%) e Santarém (2,3%).

Em Braga e Évora, por seu turno, o preço do arrendamento manteve-se praticamente inalterado em 2021 em ambos os distritos (-0,1%), lê-se no comunicado.

O idealista assinala ainda que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (12,7 euros/m2), seguindo-se Faro (9,8 euros/m2), Porto (9,8 euros/m2), Setúbal (8,9 euros/m2), Ilha da Madeira (8,6 euros/m2), Évora (7,1 euros/m2) e Coimbra (sete euros/m2).

Já arrendar casa em Aveiro custa 6,8 euros/m2, na Ilha de São Miguel 6,6 euros/m2, em Leiria 6,3 euros/m2 e em Braga 6,2 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,6 euros/m2), Viseu (4,6 euros/m2), Santarém (5,1 euros/m2), Castelo Branco (5,9 euros/m2) e Viana do Castelo e Braga (ambas com 6,2 euros/m2).

No que respeita às cidades que são as capitais de distrito, o idealista enfatiza que o preço de arrendamento no ano passado “desceu apenas” em Lisboa.

Agora arrendar casa na capital é mais barato 2,9%, mas, por outro lado os preços aumentaram em Castelo Branco (20,7%), Viana do Castelo (14,3%), Faro (12,2%), Coimbra (7,6%), Funchal (7,3%) e Braga (7%).

Além disso, subiram em Setúbal (6,7%), Leiria (5,9%), Viseu (5,8%), Santarém (4,2%) e Aveiro (2,8%).

No caso da cidade do Porto, os preços mantiveram-se praticamente estáveis no ano passado, com uma pequena subida de 0,2%.

Se Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa (13,4 euros/m2), no caso do Porto paga-se 10,7 euros/m2 e em Faro despende-se 8,9 euros/m2, sendo que ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente.

Já as cidades mais baratas são Viseu (cinco euros/m2), Santarém (5,2 euros/m2), Castelo Branco (5,2 euros/m2), Leiria (5,8 euros/m2) e Viana do Castelo (seis euros/m2), conclui a análise efetuada pelo idealista.

c/LUSA

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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