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Quarta-feira, Setembro 22, 2021

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Médio Tejo | Todos os concelhos perdem população com Ourém e Vila de Rei nos extremos opostos – INE

Todos os 13 concelhos do Médio Tejo perderam população nos últimos 10 anos, segundo os resultados preliminares dos Censos 2021, com algumas freguesias, poucas, com resultados positivos e a darem sinais de esperança na inversão do processo de desertificação. Aliás, em todos os 21 municípios do distrito de Santarém, só Benavente aumentou a população residente na última década, com os restantes a sofrerem decréscimos. A maior perda de habitantes em termos globais distritais foi na Chamusca, com uma queda de -15.7%.

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Numa década, a região do Médio Tejo perdeu quase 20 mil habitantes: existiam 247.331 residentes nos 13 concelhos, segundo o Censos de 2011, e agora, de acordo com os resultados preliminares do Censos 2021 agora divulgados, há 228 744 habitantes.

O concelho mais populoso na região do Médio Tejo (13 municípios) continua a ser Ourém, com 44.576 habitantes (-3%), e o município com menos população residente é Vila de Rei, com 3.276 habitantes (-5,1%)

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No distrito de Santarém, o município sede de distrito (Santarém) continua a ser o mais populoso, com 58.770 habitantes (-4.8%) e Sardoal o concelho com menos gente, com 3.526 habitantes (-10,5%).

Os dados divulgados esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que, dos 21 municípios do distrito de Santarém, apenas Benavente registou uma subida da população residente, passando de 29.019 para 29.747 habitantes entre 2011 e 2021, o que corresponde a mais 728 residentes e a uma variação de 2,5%.

Os restantes 20 concelhos do distrito de Santarém registaram perda de população residente na última década, com o maior decréscimo a verificar-se na Chamusca, em que o número de habitantes caiu de 10.120, em 2011, para 8.536, em 2021, ou seja, menos 1.584 residentes e uma variação de -15,7%.

O concelho de Santarém perdeu 2.982 residentes na última década, passando de 61.752 para 58.770 habitantes entre 2011 e 2021, com uma variação de -4,8%, mas continua a ser o mais populoso do distrito.

O município com menos população residente no distrito de Santarém também continua a ser o Sardoal, que passou de 3.939 para 3.526 habitantes na última década (-10,5%), indicam os dados divulgados pelo INE.

Além da Chamusca, entre os municípios com maior decréscimo populacional destacam-se Coruche, que passou de 19.944 para 17.375 habitantes entre 2011 e 2021, o que representa menos 2.569 residentes e uma variação de -12,9%; Abrantes, em que o número de habitantes caiu de 39.325 para 34.351 (-12,6%); e Mação, que registou uma descida de 7.338 para 6.417 (-12,6%).

De acordo com os dados do INE, na última década, Tomar registou a perda de 4.233 residentes, com uma diminuição de 40.677 para 36.444 (-10,4%); Alcanena teve uma descida de 13.868 para 12.478 residentes (-10,0%); Ferreira do Zêzere perdeu 816 habitantes, com um decréscimo de 8.619 para 7.803 (-9,5%); e Alpiarça que verificou uma quebra de 7.702 para 6.986 residentes (-9,3%).

Com uma variação da população residente superior a -5% entre 2011 e 2021 estão ainda Golegã (-8,7%), Torres Novas (-7,0%), Constância (-6,3%) e Cartaxo (-5,1%).

Com decréscimo inferiores, Vila Nova da Barquinha (-3,9%), Ourém (-3,0%), Salvaterra de Magos (-2,4%), Rio Maior (-0,8%) e Entroncamento (-0,3%), revelam os resultados preliminares dos Censos 2021.

Portugal tem hoje 10.347.892 residentes, menos 214.286 do que em 2011, segundos os resultados preliminares dos Censos 2021.

Em termos censitários, a única década em que se verificou um decréscimo populacional foi entre 1960 e 1970, indicou o INE.

Os dados preliminares mostram que há em Portugal 4.917.794 homens (48%) e 5.430.098 mulheres (52%).

A fase de recolha dos Censos 2021 decorreu entre 05 de abril e 31 de maio e os dados referem-se à data do momento censitário, dia 19 de abril.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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