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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Médio Tejo tem 16 praias fluviais que podem receber um total de 4 mil pessoas

As 16 praias fluviais localizadas no Médio Tejo poderão esta época balnear receber um limite máximo de cerca de 4 mil pessoas, de acordo com a legislação publicada em Diário da República (DR).

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Segundo um despacho assinado pelo vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pimenta Machado, relativo à ocupação potencial das praias na época balnear de 2021, 16 espaços de águas fluviais localizados em 7 municípios do Médio Tejo (Abrantes, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sertã, Tomar e Vila de Rei), poderão receber um máximo de cerca de 4 mil utentes.

A esmagadora maioria corresponde a pequenas praias fluviais, cuja lotação varia entre as 60 pessoas (Lago Azul, no concelho de Ferreira do Zêzere), e as 320 pessoas, em Alqueidão (Tomar). A praia fluvial de Fontes (em Abrantes), tem capacidade para 80 pessoas, e Agroal (Ourém), e Zaboeira (Vila de Rei), capacidade limite de 120 pessoas.

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Cardigos, em Mação (150 pessoas), Aldeia do Mato (em Abrantes), Bostelim (em Vila de Rei) e Montes, em Tomar, (220 pessoas), Penedo Furado e Pego das Cancelas, em Vila de Rei (230 pessoas), Carvoeiro, em Mação (300 pessoas), e Alqueidão, em Tomar (320 pessoas), fecham este lote. 

De entre as praias fluviais de grandes dimensões, a que possui maior capacidade potencial de utentes (570) é a praia fluvial da Ribeira Grande, na Sertã, seguida da praia fluvial de Vila Nova, em Tomar, com 470 lugares de lotação máxima, e de Fernandaires, em Vila de Rei, com capacidade para 380 pessoas.

Do total de 16 praias fluviais do Médio Tejo, as 4 de Tomar (Alqueidão, Alverangel, Montes e Vila Nova-Serra) e a de Zaboeira, em Vila de Rei, não são qualificadas como praias de banhos, por se tratar de locais “onde não é assegurada a presença de nadadores-salvadores”, justifica o despacho da APA.

Confira AQUI a lotação de todas as praias, incluindo as fluviais. 

O despacho justifica a definição da capacidade potencial de ocupação das praias “para garantir a segurança dos utentes e a proteção da saúde pública, tendo em consideração a área útil das zonas destinadas ao uso balnear, e uma área de segurança mínima por utente”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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