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Sábado, Outubro 16, 2021

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Médio Tejo | Sete municípios avançam para novo serviço de gestão do sistema de água em baixa

A presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIM do Médio Tejo), Maria do Céu Albuquerque anunciou após a reunião do Conselho Intermunicipal de quinta-feira, dia 25, que seis dos 13 municípios da CIMT optaram por não integrar o novo serviço intermunicipal de gestão do sistema de água em baixa, entre eles o de Abrantes. 

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A reunião do Conselho Intermunicipal de quinta-feira começou com a análise do estudo que prevê a criação de um novo serviço intermunicipal de gestão do sistema de água em baixa. O documento relativo à agregação dos municípios do Médio Tejo neste âmbito foi apresentado anteriormente às 13 autarquias que integram a região, tendo sete decidido aderir, nomeadamente Constância, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar e Vila Nova da Barquinha.

O mesmo não se verificou com os de Abrantes, Alcanena, Entroncamento, Sertã, Torres Novas e Vila de Rei.

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Questionada pelo mediotejo.net sobre a não adesão de Abrantes ao processo, a presidente daquela autarquia, Maria do Céu Albuquerque, que também preside à CIMT, remeteu explicações sobre a não entrada de Abrantes no sistema para a reunião de executivo abrantino, em sessão que decorreu esta terça-feira, dia 30 de outubro.

A nova entidade intermunicipal será “exclusivamente de capitais municipais” e a presidente da CIM do Médio Tejo entende que a agregação em baixa se trata de “um processo muito importante para toda a região”, tendo defendido que estes projetos supramunicipais representam um “ganho de eficácia e de eficiência numa lógica de solidariedade entre municípios de escalas e realidades diferentes”.

O estudo e o trabalho sobre o novo serviço intermunicipal de gestão do sistema de água em baixa vão prosseguir com os municípios que, neste momento, continuam empenhados neste processo.

A agregação dos serviços municipais na nova entidade intermunicipal do qual poderá resultar, entre outras medidas, a criação de um tarifário único, surge como resposta à previsão das autarquias terem que repercutir o custo integral do serviço nos tarifários no próximo ano.

Uma questão de economia de escala ao nível das infraestruturas de gestão, administrativa e recursos humanos que, no futuro, poderá estender-se à recolha dos resíduos sólidos urbanos.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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1 COMENTÁRIO

  1. Cara Senhora Jornalista Sónia leitão.
    Li as suas palavras, e gostei daquilo que diz ser uma forma de estar, considerando não gostar de palavras ocas e atestados de burrice.
    Dentro do que me for possível, irei acompanhar o seu trabalho, e verificar se o mesmo se encaixa no rigor das suas palavras.
    Para bem da profissão Jornalista, para bem dos seus leitores, para bem do nosso País, espero bem que assim o seja.
    Fico a aguardar o seu Trabalho.

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