Terça-feira, Março 2, 2021
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Médio Tejo | Rota dos Templários vai percorrer três concelhos da região

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), nomeadamente nos municípios de Tomar, Vila Nova da Barquinha e Ferreira do Zêzere, vai operacionalizar uma Rota Templária em 2021, depois de um trabalho de estruturação de uma rede temática que visa alargar a oferta turística a partir da valorização do património da Ordem dos Templários na região.

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Este é um dos instrumentos que a CIM Médio Tejo estruturou durante o ano 2020 para potenciar o que a região tem de mais valias e trazer também para o interior o turismo religioso gerado por Fátima, à semelhança do projeto Fátima Tomar Stayover, a par daqueles que procuram o turismo militar, cultural e patrimonial, sendo o ano 2021 o estipulado para operacionalizar a Rota Templária.

O secretário executivo da CIMT, Miguel Pombeiro, disse ao mediotejo.net que “a questão do turismo religioso é um dos eixos estruturantes para o nosso território”, uma vez que cidades como Fátima e Tomar atraem atenção a nível nacional e internacional e representam 90% dos alojamentos da região, sendo de destacar, entre outros, exemplos do legado templário o Convento de Cristo, em Tomar, o Castelo de Almourol, em Vila Nova da Barquinha, ou a Torre Pentagonal, em Dornes – Ferreira do Zêzere.

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ÁUDIO: MIGUEL POMBEIRO – CIM MÉDIO TEJO:

Rota dos Templários vai nascer no Médio Tejo, nos municípios de Tomar, Ferreira do Zêzere e Vila Nova da Barquinha. Foto: Luís Ribeiro

Foi neste sentido que em 2019 a CIMT lançou o projeto Fátima-Tomar Stayover, por forma a promover experiências no território a quem pernoitasse mais noites na hotelaria local.

Segundo o responsável, a perspetiva da CIM Médio Tejo centra-se na ideia de fazer um cruzamento do turismo religioso já existente com o restante património da região, assim como experiências no território, sendo disso exemplo o projeto da Rota Templária, com previsão de execução em 2021, que une a herança templária de Tomar, Ferreira do Zêzere e Vila Nova da Barquinha.

Um exemplo de como se pode cruzar o turismo religioso com o património, explicou, valorizando toda a região.

Desfile Noturno dos Templários. Tomar, Vila Nova da Barquinha e Ferreira do Zêzere são terras com fortes marcas templárias. Foto: Luís Ribeiro

“Vem acrescentar valor para termos argumentos para o tal aumento da estada média do turista”, argumentou. “Isso só se consegue juntando experiências e novos conteúdos à vertente de turismo religioso”, concluiu.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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