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Segunda-feira, Agosto 2, 2021

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Médio Tejo: Requalificação da Colónia Balnear da Nazaré está a ser reavaliada

A Assembleia de Municípios do Vale do Tejo está a reavaliar o projeto de requalificação da Colónia Balnear da Nazaré, património que passou para esta entidade da extinta Assembleia Distrital de Santarém. O objetivo é concorrer ao Portugal 20/20 e criar uma alternativa ao edifício, abandonado e vandalizado no centro da vila da Nazaré, distrito de Leiria.

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A questão sobre o ponto de situação da Colónia Balnear da Nazaré foi levantada pelo vereador independente Artur Rodrigues na reunião camarária de Alcanena de 1 de fevereiro, segunda-feira. A presidente do município, Fernanda Asseiceira, avançou que a Associação de Municípios estava a reavaliar o projeto existente com vista a concorrer aos novos fundos comunitários.

Questionada a respeito pelo mediotejo.net, a autarca confirmou tratar-se do mesmo projeto que a Assembleia Distrital de Santarém ainda tentou levar a efeito no anterior quadro comunitário. Em 2011, quando a Assembleia Distrital de Santarém reuniu na Nazaré e foi apresentado o projeto, este estava orçado em 2,5 milhões de euros.

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A ideia passava por restituir a volumetria original ao edifício, demolir algumas estruturas e criar outras, com duas piscinas (uma coberta e outra externa) e oito quartos duplos para alugar sobretudo a idosos, que suportariam a manutenção do espaço. Estava também prevista uma remodelação total do refeitório e o aumento das camaratas, com capacidade para 160 crianças. As instalações sanitárias seriam completamente remodeladas, uma vez que comportavam a parte mais degradada, para além de arranjos na iluminação, telhado, ginásio, entre outras necessidades do edifício.

A Colónia Balnear da Nazaré foi fundada nos anos 40 do século passado e teve várias utilizações ao longo das décadas, sobretudo como apoio social para crianças, jovens e idosos que aí passavam temporadas de Verão. Encerrada em 2009 por não cumprir as normas de higiene e segurança, foi sendo consequentemente vandalizada e assaltada, encontrando-se hoje ao abandono.

 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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