Médio Tejo | Projeto ‘Selfcamping’ vence fase regional do Tourism Explorers

O projeto Selfcamping, idealizado por Cláudio Monteiro e Alexandra Figueiredo, foi o vencedor da fase regional da região do Médio Tejo do programa Tourism Explorers e vai participar na final nacional, na Covilhã, dia 24 de outubro, recebendo ainda um vale de seis meses de incubação gratuita no Tagusvalley – Parque Tecnológico do Vale do Tejo, instalado em Abrantes.

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Cláudio Monteiro e Alexandra Figueiredo são os mentores de um projeto que pretende ajudar a “criar as condições para haver campismo selvagem em Portugal, a ter acesso aos melhores spots e às melhores paisagens”. Segundo os promotores, o mesmo vai permitir oferecer “uma experiência única e diferenciada e que vai permitir resolver o problema dos campistas que não querem acampar em parques de campismo mas sim ter uma experiência mais pura e direta com a natureza num novo conceito de keep going”, pode ler-se no resumo da apresentação do projeto vencedor.

A fase de Aceleração, do programa Tourism Explorers, chegou ao fim no dia 17 para as restantes equipas e no dia 24 de outubro a SELFCAMPING vai representar a região e habilitar-se os 10.000€ de prémio final.

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O Tagusvalley foi uma das 12 entidades selecionadas pelo Turismo de Portugal para o programa Tourism Explorers, que decorreu nos meses de setembro e outubro.

O Tourism Explorers é o maior programa nacional de criação e aceleração de startups na área do turismo, que visa apoiar ideias e melhorar negócios neste âmbito, promovendo o empreendedorismo, o trabalho em rede e a discussão de projetos, fomentando assim o potencial de crescimento turístico em Portugal.

O júri, composto por João Santos, da Nersant, Eunice Lopes, diretora da Licenciatura em Gestão Turística e Cultural (IPT) e Carlos Almeida, representante da Agência (Caixa de Crédito Agrícola Mútuo, CCAM Ribatejo Norte e Tramagal, CRL) avaliaram os projetos apresentados e selecionaram o representante regional para o Concurso Nacional. Foto: Tagusvalley

Outros projetos finalistas:

D.GAME EXPERIENCES | Equipa 1 – Susana Chambel e Maria Rufino

“D.Game Experiences ajuda jovens adultos a resolver a dificuldade em criar roteiros desafiantes e de aventura coordenando atividades e responsabilidade logística utilizando como solução roteiros programados por regiões ou países e grau de dificuldade com fator surpresa recorrendo a parcerias com empresas locais que é melhor do que empresas de animação turística que não oferecem soluções conjuntas que envolvam conhecer locais e a cultura local através de experiências de jogo desafiantes e competitivas.”

PÁTIOS DAS ALDEIAS DO ZÊZERE | Equipa 3 – Catarina Faria, Sónia Pedro e Luís Inácio

“Aldeia do Zêzere” é uma empresa de experiências e alojamento local na aldeia. Queremos ajudar as pessoas que sofrem de ansiedade e stress, criando um spa para a mente, onde possam encontrar bem estar e equilíbrio. Esta solução é melhor que as tradicionais soluções de alojamento, porque estamos num local privilegiado onde temos ar puro, silêncio e um serviço personalizado, onde os desejos e expectativas dos nossos hóspedes são a nossa prioridade.”

GO NATURE | Equipa 4 – Sara Patrão e Rui Martins

“Go Nature ajuda urbanistas que sabem que os pacotes de leite nascem nas árvores a resolver essa questão utilizando aldeias locais e a sua população que é melhor que é melhor que consultar o Google porque na Go Nature vai conhecer uma vaca de carne e osso numa aldeia longe porque a história, as artes e a cultura são a alma do povo.”

O TOURISM EXPLORERS é um programa nacional de ideação e aceleração, que tem como principal objetivo potenciar o desenvolvimento da inovação e do empreendedorismo em Portugal, através do apoio à criação de novas empresas com produtos e serviços inovadores focados no setor do turismo. Existem duas fases a ideação e a aceleração.

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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