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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Médio Tejo | Os “Caminhos” voltam a unir a região em 2018

O Médio Tejo foi conhecido através de novos itinerários nos meses de abril, julho e outubro de 2017 e a experiência voltará a repetir-se em 2018, com o regresso da iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. A rede cultural “Caminhos”, que integra os 13 concelhos da região, despediu-se com os Caminhos da Pedra e promete regressar no próximo ano.

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Percurso artístico de Yola Pinto nos Caminhos da Pedra. Foto: DR

O último momento de programação de 2017 inspirou-se nas principais vias rodoviárias e uniu Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha entre os dias 12 e 15 de outubro. Quatro datas de um programa composto por propostas que dinamizaram ruas, salas de espetáculo, praças e outros espaços menos convencionais.

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Orquestra Caminhos com António Serginho nos Caminhos da Pedra. Foto: DR

Gustavo Costa, Luís Correia Carmelo, Marina Palácio e Yola Pinto apresentaram novos percursos da região, redescobertos através da sua arte pelos visitantes, entre eles muitos estudantes. A eles juntaram-se artistas locais, regionais, nacionais e internacionais que proporcionaram espetáculos de novo circo, teatro de rua, dança, teatro e música.

Selma Uamusse nos Caminhos da Pedra. Foto: DR

O público conheceu um novo mapa do Médio Tejo, percorrido desde a loucura musical em movimento de “Fita Cola” no Entroncamento e Vila Nova da Barquinha, à música tradicional e moderna da “Orquestra Caminhos”, projeto com músicos sardoalenses orientado por António Serginho, sem esquecer a música do mundo de Selma Uamusse que meteu a plateia do Cine-Teatro Paraíso, em Tomar, a cantar e a dançar.

Alguns momentos entre os mais de 50 dos Caminhos da Pedra que deram o mote para que o Médio Tejo seja “uma região a Caminho” de 2018.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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