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Médio Tejo | Nasceram quase 800 bebés em 2018 na maternidade do CHMT

Os dados divulgados pelo CHMT revelam que na maternidade do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT), em Abrantes, há um aumento do número de partos no ano 2018, relativamente ao ano anterior, cifrando-se em perto de 800 bebés nascidos naquela maternidade.

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Dos 711 partos realizados em 2017 na maternidade de Abrantes, o número de partos subiu em 2018 para os 792, com o número de recém-nascidos a cifrar-se nos 798 dos quais 396 são do género feminino e 402 do género masculino, uma variação positiva em linha com o registado nas demais maternidades em Portugal.

O número de bebés nascidos nos primeiros dez meses do ano 2018 havia aumentado em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo pelo menos 72.805 bebés, segundo dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, conhecido como “teste do pezinho”.

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O número representa um crescimento de 1.320 face a igual período de 2017.

Coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, este programa cobre a quase totalidade de nascimentos, sendo um indicador relativo à natalidade em Portugal, embora o teste não seja obrigatório.

Entre janeiro e o final de outubro de 2018 foram estudados 72.805 recém-nascidos, mais 1.320 face ao período homólogo de 2017, em que se analisaram 71.485 bebés.

O “teste do pezinho” é realizado a partir do terceiro dia de vida do recém-nascido, através da recolha de umas gotículas de sangue no pé da criança, e permite diagnosticar algumas doenças graves que clinicamente são muito difíceis de diagnosticar nas primeiras semanas de vida e que mais tarde podem provocar atraso mental, alterações neurológicas graves, alterações hepáticas ou até situações de coma.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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