Médio Tejo | Inscrições abertas para programa Escolas Solidárias Fundação EDP

Estão abertas as inscrições para a 8.ª edição do programa Escolas Solidárias Fundação EDP, uma iniciativa que abrange escolas públicas e privadas. No ano letivo 2016/17 foram qualificadas nove escolas do distrito do Santarém. A EB D. Afonso, 4º Conde de Ourém e três Escolas de Alcanena receberam Prémio Distinção.

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Segundo nota de imprensa da instituição, “Escolas Solidárias é um programa da Fundação EDP que promove a cidadania ativa e a solidariedade, incentivando professores e alunos a serem agentes de mudança positiva e a contribuir para a melhoria das comunidades onde estão inseridos”. Na sua 8.ª edição, esta iniciativa conta com o selo oficial da Secretaria de Estado da Cultura e da Direção Geral da Educação e pretende envolver todas escolas públicas e privadas desde o 2.º Ciclo ao Ensino Secundário.

Os projetos apresentados pelas escolas devem ter por base os objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, em áreas como Pobreza e Fome, Desemprego / Sustentabilidade Económica, Educação / Literacia, Saúde, População Sénior, Conviver com a Diferença, Sustentabilidade Ambiental e Parceria Global para o Desenvolvimento Humano, continua o mesmo texto.

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Para Margarida Pinto Correia, diretora de Inovação Social da Fundação EDP, “ser uma Escola Solidária significa proporcionar aos alunos uma educação integral, que tem, no exercício da cidadania, um instrumento de desenvolvimento pessoal e social. Significa também criar vínculos fortes entre a população escolar, as famílias e a comunidade alargada.”

Na última edição do Escolas Solidárias Fundação EDP, no ano letivo de 2016/2017, participaram 433 escolas, públicas e privadas. Foram desenvolvidos projetos que envolveram a participação de mais de 40 mil alunos e professores, e representaram um investimento de cerca de três milhões de horas em ações de solidariedade que ajudaram a melhorar as condições de vida de mais de 245 mil pessoas.

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Cláudia Gameiro
Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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