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Domingo, Outubro 24, 2021

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Médio Tejo | Idosos vacinados para a gripe vão receber terceira dose contra a covid (C/ÁUDIO)

Os utentes dos lares na região já praticamente todos tomaram a vacina da gripe e aguarda-se agora pela passagem de 14 dias para começarem a receber a terceira dose da vacina contra a covid-19, disse ao nosso jornal a coordenadora da Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Médio Tejo.

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“Estamos à espera que haja uma orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para podermos, se for possível, administrar [o reforço da] vacina contra a covid-19 e a vacina contra a gripe no mesmo dia, em locais do corpo diferentes, mas na mesma sessão vacinal”, referiu à Lusa, por sua vez, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.

Na região, Maria do Anjos Esperança disse que, enquanto essa recomendação não é conhecida, já está a ser feita a contagem do tempo (14 dias) aos idosos no sentido de ser dado “início à vacinação, vacinando as pessoas que já tiveram a vacina da gripe há 14 dias e que já têm o intervalo para poderem ter o reforço da vacinação contra a covid-19”.

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ÁUDIO | MARIA ANJOS ESPERANÇA, ACES MÉDIO TEJO:

Ressalvando que o processo de vacinação em Portugal foi um “sucesso” – com o país a atingir no sábado, dia 09 de outubro, a meta de 85% da população vacinada – Graça Freitas acentua que este ainda não acabou, sendo necessário continuar a vacinar quem ainda não o fez e também a reforçar a imunidade dos grupos que foram identificados como elegíveis para uma terceira dose ou dose de reforço da vacina, nomeadamente imunodeprimidos e pessoas com mais de 65 anos, posição reforçada pela coordenadora da saúde pública do Médio Tejo.

“Temos que reforçar de alguma forma a imunidade daqueles que necessitam de um novo estímulo para ficarem mais protegidos porque a proteção vai diminuindo ao longo do tempo e estamos a fazê-lo em dois grupos”, disse Graça Freitas.

O primeiro daqueles grupos abrange os imunodeprimidos, cujo reforço da vacina contra a covid-19 já foi iniciado, e o segundo grupo engloba as pessoas com mais de 65 anos, sendo dada “prioridade para pessoas com 80 anos ou mais e para as pessoas que residem em lares e estruturas similares”, com a inoculação da terceira dose ou dose de reforço a iniciar-se esta segunda-feira, dia 11 de outubro, a nível nacional.

Caso chegue entretanto a orientação da OMS para uma coadministração das vacinas contra a gripe e a covid-19 na mesma sessão vacinal, a diretora-geral da Saúde afirma que a capacidade logística e de planeamento está “preparada” para cumprir tal medida que, a ser possível, “dá mais conforto às pessoas, que evitam uma deslocação” e facilita a gestão do processo ao nível dos serviços.

Graça Freitas lembrou ainda que, a par deste reforço de doses para os grupos elegíveis, o processo de vacinação contra a covid-19 ainda continua uma vez que é necessário completar a vacinação de alguns e de vacinar aqueles que ainda não têm nenhuma toma, como os jovens que entretanto atingem os 12 anos ou pessoas que vêm de fora nestas condições.

Em declarações à Lusa, Graça Freitas adiantou que Portugal atingiu hoje a meta de ter 85% da população com vacinação completa contra a covid-19, considerando que tal é motivo e “orgulho”.

Também o Ministério da Saúde emitiu um comunicado a assinalar aquela meta, precisando que Portugal se tornou o primeiro país do mundo a ter 85% da população vacinada.

Neste processo foram administradas, em Portugal continental, cerca de 15,3 milhões de vacinas, possibilitando que cerca de 8,4 milhões de pessoas tenham agora o esquema vacinal completo, adianta o comunicado do gabinete da ministra Marta Temido.

Maria dos Anjos Esperança apelou aos cuidados com o vírus e à vacinação a quem ainda não o fez, tendo referido ao mediotejo.net que este ano já vai haver Natal. “Não ainda como o celebramos habitualmente, precisamos de manter cautelas, mas já vai haver Natal este ano”, afirmou.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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