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Domingo, Julho 25, 2021

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MÉDIO TEJO: Hotelaria engalanada para Feira de S. Martinho da Golegã

A Feira de São Martinho da Golegã, que hoje principia naquele município da Lezíria, arrasta consigo não só a força da tradição como milhares de turistas, empresários e visitantes que enchem, durante estes dias, os hotéis, restaurantes e casas de alojamento em quase toda a região do Médio Tejo.

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A 40.ª edição da Feira Nacional do Cavalo e a 17.ª Feira Internacional do Cavalo Lusitano começam esta sexta-feira, na Golegã, aliando à centenária e típica Feira de S. Martinho o desporto equestre e o negócio de equinos.

GOLEGAGOLEGÃ4“Não há alojamento nenhum que não fique cheio com a Feira de São Martinho”, disse ao mediotejo.net o diretor executivo da CIMT, Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, tendo destacado que os municípios, por exemplo, de Tomar, Entroncamento, Vila Nova da Barquinha e Torres Novas, “beneficiam largamente” com a realização deste evento.

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Segundo disse Miguel Pombeiro, “eventos deste calibre não têm fronteiras administrativas ou territoriais, e tanto assim é que a comunidade residente no Médio Tejo tem esta iniciativa agendada no seu calendário anual, assim como os habitantes da Lezíria têm, por exemplo, a Festa dos Tabuleiros na sua agenda obrigatória de visitas, com reflexos mais evidentes ao nível da restauração e hotelaria”.

GOLEGÃ1 GOLEGÃ2Rui Medinas, presidente da Câmara Municipal da Golegã, disse à agência Lusa que o certame tem vindo a contar com uma presença crescente de visitantes provenientes não só de todo o país como de vários pontos do mundo.

Além de turistas atraídos pelas características da centenária Feira de S. Martinho, que traz à vila o cheiro da castanha assada e uma verdadeira azáfama de cavaleiros e amazonas, tem sido crescente o número de espetadores nas inúmeras provas equestres e de compradores, em particular interessados no cavalo Puro-Sangue Lusitano, disse.

O certame, que decorre até dia 15, arranca na sexta-feira às 08:00 com o Concurso Nacional Especial de Saltos de Obstáculos, realizando-se, à tarde, o Concurso de Atrelagem Nacional – Prova de Ensino e a Taça de Portugal de Equitação de Trabalho – Prova de Ensino.

Final do campeonato Nacional de Derbys (1) (1)
Campeonato Nacional de Derbys antecedeu a realização da Feira de São Martinho – Fotos: José Neves

Final do campeonato Nacional de Derbys (2)

Para sábado estão agendados, para o Largo do Arneiro, Centro de Alto Rendimento e Quinta da Labruja, o Concurso de Resistência Equestre, a Taça de Portugal de TREC (passeio) – Prova de Orientação, Taça de Portugal de Equitação de Trabalho – Prova de Maneabilidade, a Gala Equestre São Martinho 2015 (à noite), o Concurso Nacional Especial de Saltos de Obstáculos e o Concurso de Atrelagem Nacional – Prova de Maratona.

Rui Medinas realçou, ainda, a vertente cultural e artística do certame, com várias exposições de pintura e escultura, destacando a apresentação, no sábado, do livro “Manuel dos Santos: O Homem e o Toureiro”, que “faz a ligação entre a história e a tradição da Golegã no toureio a pé”.

Maria Paes do Amaral 12-11-2014No domingo, realiza-se a Taça de Portugal – Medição de Andamentos, o Concurso de Atrelagem Nacional – Prova de Cones, A Prova de Velocidade da Taça de Portugal de Equitação de Trabalho, o Concurso Nacional Especial de Saltos de Obstáculos e mais uma prova da Taça de Portugal de TREC.

Rui Medinas destacou a realização, pela primeira vez, no último fim de semana da feira, do Campeonato Europeu Juniores de Equitação do Trabalho, bem como as corridas de cavalos, de galope e de trote atrelado, além do 2.º Campeonato Nacional Inter Escolar de Equitação, que, este ano, além das escolas profissionais, conta com a participação dos Institutos Politécnicos.

No dia 11, Dia de São Martinho, realiza-se o tradicional cortejo dos Romeiros de São Martinho, decorrendo também nesse dia as jornadas de investigação médico-veterinárias em equídeos, momento “importante de reflexão e produção de conhecimento”, realçou.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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