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Terça-feira, Setembro 28, 2021

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Médio Tejo | Governo reconduz Carlos Andrade na presidência da administração do Centro Hospitalar

O Governo aprovou esta quinta-feira em Conselho de Ministros a resolução que procede à nomeação de Carlos Manuel Andrade Costa, Cristina Maria Horta Marques (diretora clínica), Carlos Alberto Coelho Gil, Bruno Miguel dos Santos Ferreira e Ana Paula Eusébio (que substitui Nelson Silva),  respetivamente, para os cargos de presidente e vogais executivos do conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo para um novo mandato de dois anos.

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Sob proposta do Ministro das Finanças e do Ministro da Saúde, as nomeações receberam parecer favorável da CRESAP.

Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 260 mil habitantes de 11 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, Vila de Rei, de castelo Branco, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sor, ambos de Portalegre.

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A própria Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) já havia apelado em outro de 2016 ao ministro da Saúde para que o Conselho de Administração (CA) do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) fosse reconduzido em funções, elogiando o trabalho desenvolvido.

Em comunicado emitido na ocasião, a CUSMT referia que, no mandato que estava a findar, o CA do CHMT, “em pequenos passos, e persistentemente, foi concretizando medidas de melhoria dos serviços numa lógica de equilíbrio regional na distribuição de valências”.

O porta-voz da CUSMT, Manuel Soares, disse na altura que o pedido de recondução do CA deve-se ao facto de, “apesar de ser um movimento reivindicativo, a CUSMT querer fazer parte da solução e não do problema”, lembrando que “o à vontade com que se apela à recondução da atual administração é o mesmo que já levou a pedir a outros que saíssem” de funções.

“Quando temos um interlocutor que nos ouve, que regista as nossas sugestões e age em conformidade, esta é a posição que entendemos defender por ser a mais honesta, lógica e acertada, a bem dos utentes e do futuro dos cuidados de saúde”, na região, vincou.

Manuel Soares lembrou, ainda, as “diferenças de opinião sobre a análise da realidade nos seus diferentes vetores” e que “não têm sido as mesmas as soluções (e o calendário de execução) apresentadas para o reforço da prestação de cuidados e a melhoria dos serviços”, tendo, no entanto, afirmado que “o futuro próximo revela-se desafiante e, ao mesmo tempo, motivador no CHMT”, que engloba as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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