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Terça-feira, Outubro 19, 2021

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Médio Tejo | Faltam dez médicos de família para cobrir todos os 227.000 utentes da região

O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo precisa de dez médicos para cobertura total aos 227.000 utentes inscritos nas 96 unidades que tem em funcionamento, afirma uma nota da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT).

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A informação foi dada aos representantes da CUSMT numa reunião realizada em outubro com a coordenadora do ACES Médio Tejo, na qual foi transmitido que os concelhos da região com mais utentes sem médico de família são os de Abrantes (4.200), Sardoal (3.000), Tomar (4.800) e Ourém (5.000), todos do distrito de Santarém, sendo que estão colocados 126 médicos (mais 33 a fazer o internato) e que continua a ser necessário “recorrer a contratações individuais e a horas de serviços médicos”.

“No recente concurso nacional foram preenchidas as oito vagas atribuídas, tendo-se verificado que houve um número superior de candidatos a ficar no ACES Médio Tejo”, afirma a nota, salientando, contudo, que a falta de assistentes operacionais “começa a ser preocupante”.

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Os utentes da Saúde no Médio Tejo requereram formalmente o agendamento de uma reunião para análise, entre outros, dos seguintes assuntos:  Plano de Contingência (Módulo Frio); Recursos Humanos; Contrato programa 2019; Organização das urgências e obras em Abrantes; Transportes interhospitalares; e Comunicação em saúde.

A CUSMT manifestou ainda preocupação com o necessário reforço de cuidados de saúde nos próximos meses, período de Plano Contingência contra a Gripe, tendo endereçado algumas perguntas à direção do ACES Médio Tejo, nomeadamente se “vai haver alargamento de horários nos Centros de Saúde, onde, quais, e como vão ser divulgados os novos horários”.

Questionam ainda se “já houve ou está prevista alguma reunião ou contacto com o CHMT para coordenação das iniciativas a tomar no âmbito do Plano de Contingência” e se, “atendendo aos “caprichos do calendário”, se há medidas adicionais para os períodos de Natal e Ano Novo para melhorar a oferta de cuidados de saúde, nomeadamente os de carácter urgente”.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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