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Quinta-feira, Setembro 23, 2021

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Médio Tejo | Equipamentos culturais integram Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses

A Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP) vai arrancar com pelo menos 50 equipamentos culturais credenciados, dos quais cinco no Médio Tejo, que poderão candidatar-se a um apoio à programação a partir de outubro, anunciou hoje a Direção-Geral das Artes.

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O organismo divulgou hoje uma lista dos primeiros 50 auditórios, centros culturais, cineteatros, teatros e fóruns em “praticamente todo o território nacional”, que obtiveram a credenciação para integrar a RTCP, entre eles o Centro Cultural Gil Vicente (Sardoal), o Cineteatro Paraíso (Tomar), o Cineteatro São Pedro (Alcanena), o Teatro Municipal de Ourém (Ourém), e o Teatro Virgínia (Torres Novas).

Estes 50 equipamentos culturais poderão concorrer a um apoio à programação que chegou a estar aprazado para 27 de setembro, mas já só abrirá a 09 de outubro.

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Segundo a DGArtes, “brevemente” será divulgada “uma segunda e última lista de equipamentos credenciados nesta fase inicial de arranque da rede” e que também poderão concorrer ao apoio à programação.

Em julho, a ministra da Cultura, Graça Fonseca, revelou no parlamento que a linha de apoio à programação terá uma dotação entre cinco milhões e seis milhões de euros.

O regulamento indica que na fase inicial de implementação, os equipamentos culturais nos concelhos de Lisboa e do Porto não podem concorrer ao apoio à programação, para que as verbas cheguem a “realidades territoriais mais carenciadas em termos de recursos, projetos e dinâmicas culturais e artísticas”.

Da lista hoje divulgada não faz parte nenhum equipamento cultural destes dois concelhos.

Quando esta fase de arranque da rede estiver concluída, o processo de credenciação “passará a estar aberto em regime de permanência, sem interrupções” para as entidades que queiram aderir no futuro.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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