Quinta-feira, Fevereiro 25, 2021
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Médio Tejo | CIMT vai ouvir parceiros sobre futuro das acessibilidades viárias

O Conselho Intermunicipal da CIM do Médio Tejo reuniu esta quinta-feira, dia 13, e o futuro das acessibilidades rodoviárias e ferroviárias da região foi um dos temas abordados. O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, pediu uma solução e os 13 municípios do Médio Tejo concordaram que a proposta só será apresentada depois de ouvidos os parceiros territoriais, estando já convocado um Conselho Estratégico para o dia 18 de setembro.

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A questão associada à nova travessia sobre o rio Tejo surgiu no período antes da Ordem do Dia e foi abordada nesta reunião que decorreu na Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes, a título “meramente informativo”, como apontou a presidente do Conselho Intermunicipal, Maria do Céu Albuquerque. Todos os presidentes de câmara estiveram presentes, à exceção do Entroncamento e da Sertã, concelhos representados pelo vice-presidente Carlos Amaro e pelo chefe de gabinete da presidência Paulo Luís, respetivamente.

Maria do Céu Albuquerque começou por referir a reunião com o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, na qual esteve presente acompanhada pelos presidentes das câmaras municipais de Constância, Sérgio Oliveira, e Vila Nova da Barquinha, Fernando Freire. Segundo a autarca, o ministro terá solicitado uma “articulação” dos 13 municípios que resultasse numa estratégia de âmbito regional alargada, passível de ser inscrita no “próximo plano de investimentos”.

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A estratégia, acrescentou, poderá implicar a nova travessia sobre o rio Tejo ou outra solução rodoviária e/ou ferroviária e o ministro Pedro Marques terá apresentado a data de 15 de setembro para a apresentação da proposta. No entanto, a data foi considerada inviável e será adiada, em princípio, para o final deste mês ou início de outubro “de maneira a termos uma posição conjunta, onde todos nos possamos rever e as nossas comunidades locais e regionais também se revejam”.

A presidente do Conselho Intermunicipal Maria do Céu Albuquerque e os vice-presidentes Anabela Freitas e Vasco Estrela. Foto: mediotejo.net

Nesse sentido, foi decidido que a discussão dos 13 municípios sobre este assunto será feita depois de consultados os cerca de quarenta parceiros que integram o Conselho Estratégico da CIM do Médio Tejo. Este órgão consultivo constituído por entidades públicas e privadas de âmbito municipal, regional e nacional que atuam em diversas áreas já foi convocado e a reunião irá ter lugar na sede da comunidade intermunicipal no próximo dia 18 de setembro.

Maria do Céu Albuquerque, destacou a importância de “se olhar para o território, não na estrita necessidade de investimento de cada um dos concelhos” e considerou “fundamental ouvirmos os nossos parceiros”. Nesse sentido, a reunião do Conselho Estratégico servirá, apenas, para tomar conhecimento do que estes têm a dizer sobre estruturas rodoviárias e ferroviárias que contribuam para “alavancar a nossa economia e o nosso desenvolvimento local e regional”.

O passo seguinte será a realização de uma reunião dos concelhos da região para discutir a questão, seguida de outra com Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo. Foi ainda equacionada a hipótese de se realizarem reuniões com comunidades intermunicipais associadas a outras regiões limítrofes, nomeadamente a da Beira Baixa. Os 13 municípios do Médio Tejo voltarão a reunir-se e a proposta conjunta será então apresentada ao ministro Pedro Marques.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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