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Quarta-feira, Julho 28, 2021

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MÉDIO TEJO: CIMT assina protocolo para prevenção e segurança rodoviária

Atendendo aos indicadores de sinistralidade rodoviária verificados em meio urbano, entre 2010 e 2014, com 60% das vítimas mortais em estradas municipais e arruamentos e 70 % dos acidentes com vítimas dentro das localidades, a CIM do Médio Tejo e a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), vão assinar esta sexta-feira um protocolo de colaboração em matérias relacionadas com a prevenção e a segurança rodoviária.

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O protocolo será assinado entre a presidente da CIM do Médio Tejo, Maria do Céu Albuquerque, e o presidente da ANSR, Jorge Jacob, e contará com a homologação do secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes. A cerimónia terá lugar esta sexta-feira, dia 15 de abril, às 13:00, na sede da CIM do Médio Tejo, em Tomar.

Esta cooperação visa “desenvolver um Plano Intermunicipal de Segurança Rodoviária que irá contar com planos de ação municipais e intermunicipais para a redução da sinistralidade e das suas consequências. Serão igualmente identificados e avaliados pontos críticos de sinistralidade e apresentadas propostas de correção de forma a diminuir o risco”, é referido em nota de imprensa.

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Segundo se pode ler na mesma nota, “o aumento da rede viária, o aumento do número de veículos em circulação, bem como a crescente concentração da população nas cidades, vieram ampliar os conflitos com o meio ambiente e social. É fundamental haver um envolvimento das várias entidades e uma responsabilidade partilhada de forma a tornar os meios urbanos mais seguros, quer para condutores, quer para peões”.

“Conhecedoras da urgência em travar a sinistralidade, essencialmente em meio urbano, os autarcas do Médio Tejo assumem o desafio em conjunto com a ANSR na concretização deste protocolo permitindo melhorar o ambiente rodoviário e a progressiva eliminação da sinistralidade rodoviária”, destaca a nota da CIMT.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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