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Médio Tejo | CIM sinaliza prioridades de investimento para a região em Plano de Recuperação e Resiliência

No âmbito do processo de consulta pública do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), concluído no dia 1 de março, o Conselho Intermunicipal da CIM do Médio Tejo, deliberou apresentar um conjunto de contributos para o processo tendo elencado os investimentos que quer ver concretizados na região.

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Entre outros, a CIM Médio Tejo destaca a necessidade de despoluição dos rios afluentes da bacia do Tejo, nomeadamente, no Alviela, Almonda e Nabão, a eficiência energética em todos os edifícios da Administração Pública, o aumento da capacidade de resposta do serviço de creche, execução de investimentos públicos na vertente florestal e na vertente escola digital, a par do alargamento e consolidação da rede de suporte científico e tecnológico e orientação para o tecido produtivo.

Por outro lado, reforça a CIM do Médio Tejo que ao nível das infraestruturas e da mobilidade sustentável tem existido “investimento público estruturante que tem sido sucessivamente adiado e por executar em diversos planos estratégicos”, tais como a abertura da ponte de Constância/Praia do Ribatejo a pesados (por iniciar) com reforço dos atuais pilares, construção de um novo tabuleiro para que a ponte fique com duas faixas de rodagem permitindo a circulação nos dois sentidos ao mesmo tempo, bem como a melhoria dos acessos à ponte quer na margem norte, quer na margem sul, a par da execução do nó do IP1/A1 com IC9 (por iniciar) e a construção da variante dos Riachos (projeto em curso).

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A CIM nota ainda que existem investimentos públicos críticos a nível nacional que não fazem parte integrante do PRR, sendo exemplo a conclusão da IC3/A13 entre o nó de Almeirim e Vila Nova da Barquinha/Entroncamento, incluindo a nova travessia do Tejo.

Ainda no âmbito do PRR, a CIM do Médio Tejo e os seus 13 municípios afirmam em nota de imprensa demonstrar “total disponibilidade, caso a Administração Central assim o entenda, de se constituírem como plenos executores de investimentos públicos que são da sua responsabilidade”, exemplificando com a nova Travessia sobre o Rio Tejo (IC9. A23-Ponte de Sôr e IC13. Ponte de Sôr-Alter do Chão Portalegre, incluindo nova Ponte sobre o Rio Tejo entre Constância e Abrantes), a abertura da Ponte de Constância/ Praia de Ribatejo, conforme consta no PETI+, e a requalificação da Estrada Nacional /Regional nº 238 – Troço Cernache do Bonjardim – Ferreira do Zêzere |Ligação IC8 – A13 – IC9.

Por outro lado, considera ainda a CIM que é “premente a definição clara e imediata, por parte da Administração Central, do futuro a seguir quanto ao Aeródromo de Tancos”, no que diz respeito à valorização desta infraestrutura aeronáutica.

Por último, a CIM do Médio Tejo salienta que a região Tejo tem ao longo de sucessivas tomadas de decisão apresentado/alertado para outro conjunto de investimentos que não têm tido acolhimento/reconhecimento como projetos estruturantes prioritários para esta região, nomeadamente a Estação Central do Entroncamento – Requalificação para a Segurança e Funcionalidade Ferroviária, a variante à EN 118, o programa de supressão, na linha da Beira Baixa, dos atravessamentos das linhas de caminho de ferro, pelos riscos que implicam quer para a segurança das pessoas, quer para a circulação ferroviária.

Por outro, a CIM Médio Tejo sublinha ainda a Porta Norte- Eixo Empresarial e logístico: a “Porta do Médio Tejo” e Variante à EN361, a conclusão do IC9/ Ligação Alto Alentejo, e a possibilidade de ligação da Linha do Norte à linha do Oeste, servindo Fátima.

Com uma área geográfica de 3.344 quilómetro quadrados, a CIM Médio Tejo integra os concelhos de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas, e Vila Nova da Barquinha (do distrito de Santarém) e Sertã e Vila de Rei (distrito de Castelo Branco), com um total de 247.330 habitantes (censos 2011).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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