Quinta-feira, Março 4, 2021
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Médio Tejo: CHMT quer contratar 48 enfermeiros e 28 assistentes operacionais

O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) está a contratar 48 enfermeiros e 28 assistentes operacionais. Estas contratações vão permitir reforçar os Serviços mais carentes, em particular o Bloco Operatório, Urgência, UCIP e Obstetrícia e Ginecologia.

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Em comunicado, o Conselho de Administração do CHMT refere que este reforço de pessoal “é mais um contributo para a continua melhoria da prestação de cuidados de saúde e atendimento à população” abrangida pelo CHMT.

Citado na mesma nota, Nelson Paulino, enfermeiro diretor, realça a “ajuda importante na dotação dos serviços”, tendo feito notar que “a passagem das 40 para as 35 horas teve reflexo em alguns serviços, nomeadamente blocos operatórios e urgências”.

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No âmbito das contratações, Nelson Paulino refere que o CHMT “procura que os contratos sejam sem termo, evitando desta forma situações de precariedade laboral. O CHMT procura ter, quer enfermeiros quer auxiliares, em situação de não precariedade”, afirmou o Enfermeiro Diretor.

Nos últimos dois anos, o Centro Hospitalar do Médio Tejo contratou mais de 140 enfermeiros e 80 assistentes operacionais.

Nelson Paulino refere serem “bons números que têm impacto também na empregabilidade da Região, o CHMT tem um papel importante na região, aumenta emprego e fixa a população, com condições de trabalho adequadas”.

Carlos Andrade, presidente do Conselho de Administração, citado no mesmo comunicado, disse que “a dotação destes profissionais está diretamente ligada aos cuidados prestados aos utentes do CHMT e influencia diretamente os indicadores de qualidade contratualizados com a tutela, que prontamente autorizou estas contratações”.

Contudo, acrescenta, “para além da qualidade assistencial, estas 76 novas contratações têm impacto direto na região na medida em que se fixa um grupo significativo de jovens profissionais numa região envelhecida contribuindo, também, para o desenvolvimento da economia local”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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